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Publicada em Ter, 30/09/2014

Grupos radicais perseguem cristãos pelo mundo

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Na semana passada, a milícia radical islâmica Boko Haram assassinou muitos cristãos em Madagali, no norte da Nigéria, quando tomaram o controle do local.

“Dezenas de pessoas foram assassinadas e uma grande quantidade de edifícios da igreja foram queimados”, relatou o porta-voz da igreja da cidade, Gideon Obasogie, citado pelo jornal local “The Punch”. A cidade de Madagali está próxima à cidade de Gwoza, que no domingo foi declarada sob domínio islâmico pelo grupo radical. Segundo relatou o sacerdote, “os homens cristãos são capturados e decapitados; as mulheres se veem obrigadas a se transformar em muçulmanas e são tomadas como esposas pelos terroristas”.

Muitos habitantes da região fugiram e deixaram suas casas desde o início dos ataques. Muitas igrejas foram obrigadas a fechar e o território tem sido tomado pelo grupo islâmico diante da falta de preparo do exército nigeriano. 

Desde que a polícia acabou em 2009 com o então líder e fundador de Boko Haram, Mohammed Yousef, os radicais mantêm uma sangrenta campanha que se intensificou nos últimos meses.

Neste ano, o grupo islamita assassinou cerca de três mil pessoas e a mais de 12 mil desde 2009, segundo os cálculos do governo.

Mesmo sofrendo, cristãos iraquianos preferem ficar no Líbano

Morando no Líbano após fugir do Iraque, muitos cristãos sobrevivem com pouca ajuda e com medo de ser detidos, mas, ainda assim, não pensam na hipótese de voltar ao Iraque.

Em frente a uma igreja em Sad el Baouchryeh, perto de Beirute, alguns iraquianos permanecem debaixo de um sol forte aguardando a repartição de produtos não-perecíveis que o arcebispado conseguiu para ele, em cooperação com ONGs locais.

Zena, que tem cerca de 40 anos e é secretária, reconhece à Agência Efe que sua vida no Líbano é “muito difícil”, enquanto tenta pegar uma das 1,6 mil bolsas de ajuda distribuídas. “Meu filho e eu não encontramos trabalho e temos que viver da ajuda que nos dão, enquanto em Bagdá nada nos faltava”, lamenta-se.

Nauras, mãe de dois filhos, duvida que a situação em seu país volte à normalidade após o avanço dos jihadistas do Estado Islâmico (IE). “Quem nos assegura que não voltará a acontecer o mesmo. O que vivemos eu não desejo para ninguém”, afirma.

Embora a emigração de iraquianos aconteça desde 2003, se intensificou depois que as cidades de Mossul e Qaraqosh foram tomadas pelos radicais. O problema é que no Líbano eles são considerados turistas e não refugiados. Alguns já foram detidos por trabalhar de forma ilegal no país.

“Vivem com o temor de ser detidas, caso encontrem trabalho, e posteriormente repatriadas”, dia Ron Merheb, coordenador da ajuda para os cristãos iraquianos no arcebispado caldeu, sobre esses iraquianos.

No domínio das cidades do Iraque, os jihadistas marcaram as casas das famílias cristãs com um símbolo da letra ‘N’, que se refere à ‘Nazareno’. “Nos tiraram tudo. Viemos em busca de paz e meus filhos seguem traumatizados pelo que viveram”, comenta à Efe o camponês Youssef, que fugiu de Mossul com sua mulher e seus três filhos.

Grupo radical Seleka mata mais um pastor na República Centro-Africana

Na última semana de agosto, o grupo radical Seleka matou o pastor Emmanuel Ngaissona, de 65 anos, em Batangafo.

O pastor era líder da Igreja Evangélica da Cooperação na República Centro-Africana (ECEC, sigla em inglês) e o crime aconteceu enquanto Ngaissona trabalhava fora da cidade.

Acredita-se que os homens armados membros do grupo radical o tenham seguido até o campo em que trabalha e o matado lá.

Segundo membros do Seleka, eles confundiram o pastor com um militante anti-Balaka. Ngaissona foi enterrado no domingo seguinte ao crime. Ele deixou sua esposa e cinco filhos.

Outro pastor foi assassinado na cidade de Batangafo, perto da fronteira da República Centro-Africana com o Chade. O primeiro pastor centro-africano a perder a vida foi Jean Mbefara, que morreu em um dos conflitos entre milícias Seleka e anti-Balaka

Deus está no comando: Até os aparentes “problemas” cooperam para o bem

Por Homero Aziz

Estamos em casa! Ufa! Após muitas horas de voo - e algumas em conexão - chegamos em nosso destino final: Oriente Médio. Centenas de irmãos e irmãs pelo Brasil afora - e alguns de fora do país - oraram por este momento. Alguns se levantaram de madrugada para orar por nós, outros fizeram vigília, e a todos vocês a boa nova é que chegamos em casa e estamos bem! A boa mão do Senhor esteve conosco todo o tempo. Vimos milagres acontecendo do momento que saímos da casa onde estávamos hospedados até nossa chegada em nossa nova casa no Oriente Médio.

A pessoa que nos atendeu no guichê da empresa aérea em Guarulhos nos apoiou e pudemos levar mais quilos do que o esperado. Outra atendente quis também ajudar e mudou nosso segundo voo para um mais cedo, então, ao invés de esperarmos 13 horas em conexão, esperamos apenas quatro. Alguns irmãos e irmãs nos ofertaram malas de excesso e pudemos levar mais malas do que poderíamos (10 malas no despacho, quatro de bagagem de mão e um violão)...

Pousamos no Oriente Médio às três horas da manhã (por favor, não cite o nome do país nas redes sociais) no horário local e fomos bem atendidos na imigração pois caímos com os mesmos policiais que me atenderam em junho. Entretanto, quando fomos buscar as malas, elas não vieram. Até aí tudo bem, esperamos o homem da polícia secreta nos chamar e pensamos: “Agora eles vão revistar todas as malas”. Já imaginávamos que isso iria acontecer, então, nos preparamos para isto. Alguns dias antes da viagem o Homero foi aceito pela Associação Brasileira das Forças Internacionais de Paz da ONU, então, na hora de apresentar o passaporte ao policial ele o colocou dentro da carteira com distintivo da ONU. Ao ver a carteira, o policial devolveu os passaportes e nem sequer olhou os dados. Liberou-nos imediatamente. Aí, o que não imaginamos aconteceu: as 11 malas ficaram na conexão, pois estavam seladas com os dados do voo seguinte e a equipe da Etihad não alterou os dados no Brasil, ou seja, podíamos ir embora e esperar pelas malas em nossa casa em Amã. Elas demoraram para chegar, mas já estão conosco.

Fomos recebidos por um amigo americano que tem cuidado de nós como um pai de um filho. Fizemos nossa primeira compra hoje e estamos abastecidos e prontos para começar a resolver todos os assuntos restantes de nossa adaptação. Muito obrigado por suas orações e carinho. Foi muito difícil se despedir no aeroporto e ficamos tremendamente tocados com alguns gestos de amor de amigos e familiares. Estamos muito felizes com mais esse sonho realizado e - agora - seguiremos juntos em favor da Igreja Sofredora no Oriente Médio.


#JuntosPelaIgrejaSofredora 

  

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