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Igreja católica continua se posicionando contra o movimento LGBT

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Imagem: Reprodução

Arcebispo afirmou que “ideologia de gênero é um passo atrás para a humanidade”

Por Cris Beloni

Com a afirmação “ideologia de gênero é um passo atrás para a humanidade”, o arcebispo Bernardito Auza, observador permanente na Santa Sé pela ONU, em Nova York (EUA), reafirmou o posicionamento da igreja católica contra o movimento LGBT.

No dia 20 de março, ele participou da 63ª reunião da Comissão sobre a Condição Jurídica e Social da Mulher (CSW – sigla em inglês) e fez uma apresentação durante o evento “Igualdade de Gênero e Ideologia de Gênero: proteger mulheres e meninas”, que a Santa Sé patrocinou na ONU junto à Fundação Heritage.

De acordo com o ACI Digital, para ele, eliminar a diferença sexual entre homens e mulheres criou um problema e não uma solução. Essa ideologia pretende que “a condição de mulher seja vista como a pessoa pensa ou se expressa sobre si mesma”.

Auza citou o parágrafo 56 da Exortação Apostólica (Amoris Laetitia), no qual o papa destaca que a ideologia de gênero “nega a diferença e a reciprocidade natural de homem e mulher” e isso “prevê uma sociedade sem diferenças de sexo, esvaziando a base antropológica da família”.

“O papa Francisco está preocupado com o ensinamento da ideologia de gênero às crianças”, disse ao lembrar que meninos e meninas estão sendo encorajados a discutir desde os primeiros anos de vida se são do sexo masculino ou feminino, como se realmente pudessem “escolher seu sexo”.

Antes do movimento LGBT não era necessário discutir “questões básicas de quem é a mulher” dentro dos encontros com a ONU sobre igualdade de gênero e empoderamento das mulheres. “Essa resposta era clara para todos”, ressaltou.

Agora, no entanto, o fenômeno recente de identidade e ideologia de gênero, tornou a pergunta necessária. No final de seu discurso, Auza insistiu que “quando se coloca em discussão a dualidade natural e complementar do homem e da mulher, a própria noção de ser humano é ameaçada”.

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