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Justiça condena ex-deputado que criticou Disney por apologia ao gayzismo

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A visão crítica de Victório Galli (PSC-MT) sobre as produções da Disney rendeu-lhe um processo civil, movido pela Defensoria Pública do Mato Grosso. A decisão da Justiça em primeira instância resultou em condenação do ex-deputado federal.

Galli afirmou que os filmes e desenhos da Disney fazem apologia à homossexualidade, assim como exaltam as bandeiras da militância LGBT. Na ação, a Defensoria pedia que a Justiça efetuasse uma censura prévia ao então deputado, proibindo-o de se manifestar sobre assuntos relacionados à comunidade LGBT, além de pedir indenização por danos morais coletivos no valor de R$ 500 mil.

A decisão da Justiça considerou que o ex-parlamentar integrante da bancada evangélica disseminou o ódio, inclusive com a utilização de personagens de desenhos animados.

“Com relação a essa situação do Mickey e da Disney, a gente vê que em todas as suas atuações, eles fazem apologia ao homossexualismo. Inclusive o Mickey, se você fizer um estudo profundo como eu já fiz, ele representa de fato, ele é homossexual tá. Então, as pessoas estão enganadas com essa mensagem subliminar que a Disney está passando para a sociedade, principalmente às nossas crianças”, declarou Victório Galli na época.

Para o parlamentar, o personagem protagonista do filme O Rei Leão também tem características que não condizem com a natureza da espécie: “Na questão que o rei leão deveria ser um animal feroz, de transmitir respeito aos outros animais, ele se torna um animalzinho frágil, animalzinho que carece de proteção dos outros, entendeu? […] Na realidade, é outra mensagem que também transmite a apologia ao ‘gayzismo’”, teorizou Galli.

“Se você está pensando que a sua viagem à Disney… indo pra lá, você não vai trazer uma formação positiva para sua família. Entendeu? Eles vão ver, entre outras coisas lá, a situação que eles estão denegrindo a família tradicional, isso é patente […] Onde é que se viu há tempos atrás homem usar saia, homem vestir roupa de mulher, vestir sutiã, deixar os peito crescer, faz tudo querendo ser mulher? Onde que via isso lá atrás? Estão chamando isso de modernidade. Isso é sem-vergonhice. Entendeu? Homem tem que ser homem. Mulher é mulher”, sustentou o então parlamentar.

Agora que o processo teve sua primeira sentença, Galli anunciou que irá recorrer, pois estaria sendo alvo de uma ação de censura.

Em seu mandato, Galli sempre protagonizou embates com a militância LGBT. Em 2012, ele apresentou um projeto de lei prevenindo interferências do Estado nas igrejas evangélicas. A proposta queria proibir que o governo atuasse de forma a limitar a pregação cristã contra a homossexualidade.

Já em 2016, Galli anunciou que pretendia apresentar um projeto de lei que proibisse cenas de sexo entre homossexuais na televisão. A proposta foi uma reação à TV Globo, que mostrou uma cena em que dois homens praticavam sexo na novela Liberdade, Liberdade.

*Fonte: Gospel Mais.

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