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Evangélicos apoiam Trump pela paz no Oriente Médio: Israel tem o direito de existir

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Foto: Reprodução (Epoch Times)

Embora não haja muitas notícias atuais sobre o “acordo do século”, pastores afirmam que é importante apoiar e proteger Israel

Por Cris Beloni

Nos Estados Unidos, evangélicos estão na linha de frente para apoiar o presidente Donald Trump em seu plano de paz no Oriente Médio. O pastor Jack Graham, da igreja Batista de Prestonwood, no Texas, disse que ficou surpreso quando a Casa Branca decidiu compartilhar seus planos com os líderes religiosos.

“Claro que somos a favor da soberania de Israel, isso é algo importante para os cristãos. Israel tem o direito de existir e Jerusalém deve ser a sua capital”, afirmou. O pastor acredita, inclusive, que o tema “segurança de Israel” deve fazer parte desses planos de paz. Para Graham é difícil garantir que Israel esteja a salvo enquanto os inimigos continuam jogando bombas em suas terras.

O pastor Jentenzen Franklin, de Gainesville, Geórgia, pensa da mesma forma. De acordo com a CBN News, ele também estava presente numa reunião com o presidente. “Há muitas pessoas trabalhando nisso e tentando encontrar um meio termo para a solução dos conflitos entre judeus e palestinos”, disse. Para Franklin, o desafio está em se harmonizar com as autoridades palestinas. “Eles se recusam a falar com a Casa Branca desde que o presidente Trump reconheceu Jerusalém como a capital da Israel”, comentou.

“Todo mundo precisa ter uma esperança. Muitos palestinos estão vivendo sem esperança”, complementou Graham. “Deus ama e cuida dos palestinos, assim como cuida de nós cristãos. Mas temos que pensar nos judeus também, eles não podem ficar desprotegidos”, continuou Franklin.

Recentemente, não se ouviu falar muito sobre o futuro plano de paz de Trump, que foi apelidado de “acordo do século”, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, que aconteceu em Nova York, entre setembro e outubro do ano passado. O que se sabe é que mesmo que os Estados Unidos estejam engajados no acordo do século, os árabes continuam hesitantes. Alguns países já o rejeitaram, como é o caso do Egito e da Arábia Saudita.

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