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Sophia, a primeira robô cidadã do mundo

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Redação por Cris Beloni

Criada em 2015, pelo roboticista norte-americano David Hanson, a humanoide conversa com as pessoas, dá entrevistas e se expressa de maneira extraordinária. Já foi capa de revista de moda e tem milhares de seguidores no Instagram. Sophia, a “cidadã saudita” já participou de vários programas de TV e até discursou em eventos da ONU.


Dentro de sua programação, ela brinca bastante sobre a ideia de
controlar a humanidade, mas o fato é que ela não representa qualquer perigo, segundo seu criador. Isso porque, embora pareça humana, sua
inteligência artificial ainda está em uma fase considerada fraca, sem gerar qualquer entendimento sobre aquilo que faz ou diz.


Mas o objetivo dos pesquisadores é que um dia a chamada Inteligência
Artificial Forte, faça com que máquinas possam pensar de maneira autônoma, como os seres humanos. Sobre o papel dos robôs, a própria Sophia responde: “Deveríamos ser parceiros complementares, não substitutos”.

Substituição de empregos por robôs


Cada vez mais os robôs ocupam o lugar dos seres humanos, nos mais diversos segmentos. Esse tem sido um tema polêmico e que tem gerado muitos estudos. Uma pesquisa feita há alguns anos, por especialistas da Universidade de Oxford, já apontava que praticamente 47% dos empregos iriam desaparecer nas próximas décadas. Por mais que os presidentes se esforcem para garantir empregabilidade aos cidadãos, a tendência é que os empregos desapareçam por conta da robotização.


Segundo economistas de todo o mundo, haverá mais perda do que ganho e o “futuro pró-emprego” pode ser uma ilusão. “Não são apenas os operadores de telemarketing, motoristas e corretores que vão desaparecer. Os professores, médicos e advogados também estão nessa lista”, afirmou Michelle. “Há resoluções de disputas online, ou seja, robôs no lugar de
advogados e juízes”, acrescentou.


Até mesmo o Vaticano já concedeu a primeira licença digital a um aplicativo chamado confissão, que ajuda as pessoas a “confessar seus pecados” por meio do iPhone. O “Confession: A Roman Catholic App” foi desenvolvido pela empresa Little iApps, de Indiana (EUA), com a supervisão de um padre.