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Entrevistas

Priscilla Alcantara de críticas: ‘Coisa de quem não faz nada e pega no pé’

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Cantora concedeu uma entrevista e falou de carreira e polêmicas

Com apenas 23 anos, a cantora Priscilla Alcantara já possui uma carreira artística consolidada. Ela começou sua trajetória na música, mas ficou conhecida pela televisão.

Hoje, é uma artista de destaque do segmento gospel. Em entrevista ela revelou que ainda pretende explorar novas áreas.

Priscilla também revelou o que acha sobre tatuagem, fé e críticas dentro do meio evangélico. Confira a entrevista abaixo.

Priscilla, queria começar perguntando sobre a sua trajetória. Todo mundo pergunta sobre a sua carreira na televisão, no Bom Dia & Cia, mas eu queria que você me dissesse o que estava fazendo antes disso.
Com certeza, eu já era uma pessoa há oito anos. Eu estava cantando, que é o que eu faço desde que eu nasci, praticamente. A televisão apareceu no meio do caminho, mas eu estava cantando. Meus pais eram líderes de igreja e eu peguei estrada com eles, sempre estive inserida no serviço da igreja relacionado à música. Concursos, meus pais me inscreviam porque sabiam que eu tinha interesse, então antes da televisão era música, música, música. E agora música de novo.

Com quantos anos você começou a cantar?
Minha mãe fala que com 2 anos eu já pegava o microfone lá na frente, mas com 6 anos eu dizia que isso era o que eu queria fazer quando crescesse. Eu já tinha isso firmado na minha cabeça.

Como seus pais lidaram com você criança tendo que conciliar escola, igreja, vida normal de criança e trabalho?
Meus pais sempre foram muito pé no chão que, independentemente do meu ofício, eu era filha dentro de casa e na escola também não era artista. Tinha que tirar nota boa e respeitar pai e mãe. Nunca teve nenhum tipo de distinção da minha irmã pelo que eu fazia, também. Acho que esse foi o melhor jeito com que eles lidaram.

Você fazia outros cursos também durante a infância?
Não, o único investimento que eu tive extracurricular foi aula de música e piano, mas foi pouco tempo. Eu amo o piano, uso muito para compor minhas próprias músicas. A aula foi mais instintiva e pela necessidade.

Você pretende inserir os instrumentos nos seus shows?
Eu já fiz isso uma vez ou outra. Tinha muito costume de fazer isso no passado, mas faz muito tempo que não uso. Mas por que não? Fica tão bonito no palco.

O artista vai onde o coração dele leva. E o cristão vai onde Deus manda. Como é a junção de um artista cristão? Quem manda no seu caminho?
A vida do cristão não é uma vida compartimentada, então a minha arte e a minha espiritualidade são completamente unidas. Quando Deus redimiu a minha alma na cruz ele redimiu a minha arte também. Ela é regida pelo amor que eu tenho a Deus e pelo amor que eu tenho ao próximo. Não há algo mais ou menos espiritual na minha vida. Tudo é espiritual.

Você sente um chamado quando vai começar um novo projeto?
Não, eu sinto tudo muito igual. Eu sinto que é aquela fala do apóstolo Paulo: “portanto, quer comais quer bebais, ou façais, qualquer outra coisa, fazei tudo para glória de Deus” (1 Coríntios 10:31). Não vejo mais espiritualidade em algo e menos em outra coisa. Tudo o que faço é com o maior nível de excelência que eu puder e para a glória de Deus.

Fonte Pleno News