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Ideologia de Gênero passou dos limites

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DA REDAÇÃO POR CRIS BELONI

Sinais de alerta na sociedade

Segundo a educadora Damares Alves, a pansexualidade descreve o indivíduo que se relaciona com tudo e todos “a questão é o que está por trás disso”

Há muitas discussões sobre o tema “ideologia de gênero” e os especialistas não chegam a um consenso. Psicólogos, cientistas, médicos e educadores se dividem em suas opiniões. O Conselho Regional de Medicina de São Paulo (CREMESP) se posicionou contra as “ideologias” aplicadas nas escolas sem embasamento científico. Na plenária que aconteceu no primeiro semestre deste ano, com o tema “Desenvolvimento Psicossexual da Criança e do Adolescente” algumas questões foram levantadas sobre saúde mental e ideologia de gênero. Nas observações apresentadas por especialistas “é negligente, irresponsável e alienante consentir ou induzir as crianças a
fazerem escolhas prematuras, já que são desprovidas de maturidade
para tal”. Para Damares Alves , advogada e educadora, vivemos uma “verdadeira guerra”, onde de um lado está a ideologia de gênero e de outro
a ideologia de Gênesis.

Há setenta identidades de gênero no Brasil

A assessora jurídica da Frente Parlamentar da Família, no Senado Federal, participou de entrevista com o bispo Vitor Paulo, em Brasília. Durante a conversa, ela esclareceu que “os pais achavam que era só existia gay, lésbica, travesti, homossexual e bissexual” como forma de identidade de gênero. Mas, Damares informou que foram catalogadas setenta identidades de gênero, no Brasil. “E são as identidades mais estranhas possíveis, que a gente não consegue entender todas elas. E detalhe: as crianças estão conhecendo as setenta”, lamentou. Segundo ela, a confusão na mente de crianças e adolescentes é tão grande que aumentou o número de suicídio nessas faixas etárias e também os casos de depressão. “Estão confundindo essas crianças em suas identidades biológicas”, protesta.

Pressão social sobre crianças e adolescentes

“Estão apresentando às crianças uma sopa de terminologias. A pansexualidade é uma delas. Mas estão dizendo também que a criança
pode ser sissexual”, apresenta. A sissexualidade identifica as pessoas que aceitam o gênero de seu nascimento. “Para quê tanta terminologia?
É para confundir crianças. Homem é homem, mulher é mulher. Por que inventaram a tal da sissexualidade?”, questiona.

Damares explica que essa é uma forma de promover a ideologia de gênero. “Pesquisas estão revelando que adolescentes estão se autodeclarando transgênero, sem ser transgênero”, disse. “É moda, tá todo mundo falando nisso […] a escola provocou uma confusão na identidade e qual é o resultado disso? O número de crianças e adolescentes com depressão no Brasil é muito grande”, declara.

Os pais achavam que era só existia gay, lésbica, travesti, homossexual e bissexual”

A assessora jurídica da Frente Parlamentar da Família, no Senado Federal

Pedofilia

Damares Alves coloca em pauta se a pansexualidade não vai abrir uma brecha para a pedofilia. “Atrás desse ‘todos’ estão as crianças? Será que se apaixonar por criança vai ser pansexualidade e pedofilia terá outro
nome?”, interroga. “Percebam que a ideologia de gênero é desastrosa e nós temos que fazer a resistência”, alerta. Ela revela que existe um projeto de lei no Senado que pretende transformar a homofobia em “crime de racismo”.