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CIÊNCIA AFIRMA: “não existe gene gay”

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DA REDAÇÃO POR CRIS BELONI

A maior pesquisa da história sobre genética e sexualidade, publicada pela revista Science, recentemente, apontou que “a sexualidade não é uma opção do indivíduo”. Centenas de milhares de genes que influenciam o comportamento sexual foram identificados e o que se descobriu foi que “cada um deles produz um efeito muito pequeno e, em conjunto, colaboram para as diferentes maneiras de se relacionar”.

Depois de analisar quase meio milhão de pessoas, os autores da pesquisa afirmaram que “a genética sozinha não poderia justificar um comportamento tão complexo”, ou seja, teste de DNA algum seria capaz de afirmar que um indivíduo nasceu homossexual, heterossexual, bissexual ou se possui alguma outra orientação. Resumidamente, os pesquisadores chegaram à seguinte conclusão: “não existe um gene gay”.

Quem acreditou que nas últimas duas décadas “evidências científicas” foram acumuladas para justificar a homossexualidade, terá que comparar as pesquisas agora. Os estudos mostram que não há condição biológica que sustente essa teoria defendida pela comunidade LGBTQ+. Conforme a ciência, ser homossexual volta a ser uma escolha pessoal ou um estilo de vida, que deve sim ser respeitado, mas não atribuído a uma questão de genética.

JOVENS SEM IDENTIDADE

O que querem os líderes e representantes dos movimentos entre Lésbicas, Gays, Bissexuais ou Transexuais? Qual o real objetivo da Parada do Orgulho LGBT? Respeito à diversidade ou imposição de um novo lema? Atualmente, há inúmeras ONG’s que trabalham em prol do movimento LGBTQ+, visando até mesmo a alteração de leis vigentes para “superproteger” uma minoria, que parece não conhecer nem mesmo a sua própria identidade.

Em seu livro, o Dr. Tay comenta (página 35) sobre um estudo realizado por psicólogos, onde 80 mulheres que se denominaram lésbicas, bissexuais ou sem orientação foram submetidas a uma pesquisa que durou dois anos. “Metade das participantes mudou a identidade desde a primeira entrevista. Isso demonstrou a plasticidade ou fluidez da orientação sexual e opõe-se à ideia de que a homossexualidade teria uma origem puramente genética”. Outras pesquisas importantes apresentadas no mesmo livro mostram que o ambiente externo influencia muito na atração sexual entre pessoas do mesmo sexo.
Por outro lado, outra pesquisa comentada na página 37, reforça a ideia de que o assédio sexual na infância e na adolescência pode resultar na homossexualidade. Segundo o geneticista, a descoberta
significativa no estudo foi que 68% dos homens e 38% das mulheres homossexuais só se identificaram assim depois de sofrerem abuso sexual. Vários pesquisadores também afirmaram que o conceito do pai emocionalmente ausente na vida dos filhos colabora para o desenvolvimento da homossexualidade.

“Nenhum geneticista conceituado dirá em algum momento: ‘Eu nasci assim e não posso mudar’. Essa afirmação, muitas vezes, é feita por homossexuais como também por seus defensores. Com base nela, eles pedem aceitação e aprovação de seu comportamento sexual”, explica Tay.


SIGNIFICADO DA SIGLA LGBTQ+
L = Lésbicas
G = Gays
B = Bissexuais
T = Transexuais, Travestis
Q = Queers

+= Intersexuais, Assexuais, Pansexuais, Polisexuais, Sissexuais, etc.

“Para quê tantas terminologias se só existem homem e mulher?”
Questiona a ministra Damares Alves.


Obs.: Há 70 identidades de gênero no Brasil.