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Sexualidade: Evidências científicas ou manipulação de informações?

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DA REDAÇÃO POR CRIS BELONI

Em 1999, o geneticista Dean Hamer e seus colegas do Instituto Nacional do Câncer, nos Estados Unidos, anunciaram com grande alarde que havia um caminho para a identificação do “gene gay”. Segundo a equipe, as sequências de DNA estariam localizadas no cromossomo X (região Xq28). O assunto virou manchete de jornal, “porém”, os autores concluíram que o resultado do estudo não respalda a existência de um gene ligado ao cromossomo X que daria base à homossexualidade masculina. A tese não foi validada cientificamente, mas muitas pessoas não conhecem o desfecho dessa pesquisa. “O resultado do estudo de Hamer foi contraindicado em seguida por um estudo independente realizado por neurologistas […] que não conseguiram encontrar qualquer evidência de uma ligação entre a homossexualidade masculina e o Xq28 ou qualquer outro marcador genético”. Essa informação foi reforçada pelo doutor em genética humana, filósofo e mestre em pediatria, John S. H. Tay, em seu livro “Nascido Gay? – Existem evidências científicas para
a homossexualidade?”. Ele já publicou centenas de pesquisas científicas e analisou os principais testes realizados pelos seus colegas de trabalho. Depois de Hamer, outros pesquisadores fizeram mais tentativas semelhantes e na mídia foram encontradas várias afirmações do tipo: “10% da população já nasceu gay e não pode fazer nada para mudar sua condição” ou ainda “homossexualidade é uma condição genética, como a cor da pele ou dos olhos”. Muitos estão atribuindo esse tipo de notícia a uma fraude que vem sendo promovida pelos maiores meios de comunicação pró-homossexualismo no mundo. Estão tentando mudar a opinião pública e política a todo custo, usando inclusive a ciência para isso. Os estudiosos dos anos 90 alimentaram a tal da “identidade de gênero”, associando a “teoria do gene gay” a uma questão biológica e distorcendo os fatos. A imprensa, por sua vez, parece não se importar mais com a verdade, dando vez às narrativas ideológicas. Muitos afirmam que a mídia está corrompida pela ideologia de esquerda, apoiando
agendas ativistas e movimentos minoritários.

“NINGUÉM NASCE GAY”

O pastor Silas Malafaia voltou a se manifestar sobre o assunto, publicando um vídeo em seu canal no Youtube, reafirmando que “ninguém nasce gay”. Sobre os resultados obtidos através da pesquisa,
ele comentou: “Vão dizer que foi o quê? Fundamentalismo, que foram os evangélicos ou a direita? Papo furado! Ninguém nasce gay”, disse. Segundo o pastor e psicólogo, os reais motivos para a prática da homossexualidade se resumem em três: abuso sofrido, problemas com a figura paterna e modelo de imitação. “Por isso que a maior covardia e a maior safadeza é querer ensinar sexualidade para criança, mostrando figuras de dois homens ou duas mulheres se beijando, porque assim é reforçado um comportamento”, protestou.

ESTUDOS TENDENCIOSOS

Há um questionamento importante (página 70 do livro citado na matéria), sobre um dos
estudos analisados. “Por que o recrutamento de indivíduos foi feito por meio de anúncios
em publicações para homossexuais? Por isso, superestimaram a importância do componente genético”. O autor alerta para um problema dos dias atuais: falta de verdade na sociedade.
Na página 116, ele também levanta uma questão sobre as limitações nas pesquisas. Uma delas foi realizada em 1991, pelo neurocientista britânico-americano, Simon LeVay, conhecido por seus estudos sobre estruturas cerebrais e orientação sexual. A pesquisa visava relatar diferenças estruturais entre o hipotálamo (liberador de hormônios) de homens heterossexuais e homossexuais. O próprio pesquisador assumiu que seu trabalho foi inconclusivo. “Eu não provei que a homossexualidade é genética nem encontrei uma causa genética para ser gay. Eu não demonstrei que os homens gays ‘nascem assim’, que é o engano mais comum cometido pelas pessoas na interpretação do meu trabalho”, afirmou LeVay. O neurocientista deixou bem claro que também não localizou um núcleo gay no cérebro.

MASCULINO OU FEMININO


“O sexo é biológico, masculino ou feminino, o resto é blá blá blá”, assinalou Malafaia. Para ele, comparar comportamentos sexuais com raça é algo considerado ridículo. “Raça é condição e homossexualismo é comportamento”, esclareceu. Além disso, o psicólogo alerta que não é saudável reforçar algo que não é natural. “Essa conversa fiada desses libertinos tenta destruir os valores da
sociedade e a família constituída por homem e mulher”, disparou. Independente de religião, o tema tem sido discutido por cientistas e doutores e a homossexualidade não encontra base na ciência. Então por que algumas pessoas se sentem atraídas por outras do mesmo sexo? Essa resposta não foi encontrada pelos geneticistas, e sim pelos psicólogos, o que reforça a ideia daqueles que acreditam que os movimentos atuais em favor da homossexualidade se enquadram nas questões comportamentais do ser humano. Mais informações sobre o tema – na matéria “Ideologia de Gênero passou dos limites”, com participação especial da ministra Damares Alves, Edição 44 da Revista Exibir Gospel.

UM POUCO DE GENÉTICA HUMANA
A genética humana é o estudo de como os seres humanos herdam características de seus ancestrais, de uma geração para outra. Essa área da ciência pode ser útil de várias formas,
como responder a perguntas sobre a natureza do ser humano até compreender as doenças e desenvolver um tratamento eficaz. Quanto ao sistema de determinação sexual, cientistas
encontraram essa resposta nos cromossomos. “No nível microscópico, os cromossomos são estruturas no núcleo das células do corpo que carregam material genético. Há 23 pares de cromossomos no homem, e o último par é chamado de cromossomos sexuais: os cromossomos X e Y. O cromossomo Y define que o indivíduo será homem. Em suma, o complemento do cromossomo para uma mulher é 46 XX e para o homem 46 XY”, explica o geneticista em seu livro. Sendo assim, de acordo com a genética, o ser humano nasce homem ou mulher.

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