Siga nossas redes sociais

Destaques

O drama das pessoas intersexuais

Published

on

Compartilhe

DA REDAÇÃO

A Bíblia usa as seguintes palavras sobre a Criação de Deus “…homem e mulher os criou.” (Gênesis 1.27). A própria ciência humana afirma através da genética, por meio dos cromossomos, que uma pessoa nasce programada para ser homem ou mulher. Enquanto isso, alguns países reconhecem “oficialmente” as pessoas intersexuais, ou seja, com o direito de indicar o próprio gênero em seus documentos.
Na Alemanha, por exemplo, o Tribunal Constitucional decidiu que pessoas do “terceiro sexo” podem ser registradas como intersexuais em suas certidões de nascimento. Na Austrália foi instituído o “sexo neutro” e na Nova Zelândia é possível que uma pessoa escolha entre as opções: indeterminado, intersexual ou inespecífico. De forma semelhante, isso também
acontece no Paquistão, Bangladesh, Índia, Canadá, Estados Unidos (alguns Estados), Malta, entre outros. Nessas nações, a “ideologia de gênero” tem conquistado seu espaço. Mas o que diz a Psicologia sobre isso? “Não existe terceiro gênero. A ciência diz que existe um defeito genético, que é entendido pela militância gay como uma ‘análise que eles fazem sobre o terceiro sexo’ só para confundir teoricamente a ideologia de gênero. Mas isso não existe!”, enfatizou a psicóloga Marisa
Lobo, especialista em sexualidade humana. Ela explica que os exames genéticos devem ser feitos, onde é detectado que a criança é XX ou XY, e então deve ser criada conforme a genética dela. “Mas eles [militantes] querem que a criança seja considerada ‘neutra’ para que decida por ser homem ou mulher. Eles pegam um defeito genético e o classificam como o terceiro sexo”, observa.

MARISA LOBO, psicóloga
e especialista em
sexualidade humana

“Não existe terceiro gênero”
Marisa Lobo

O QUE É UM INTERSEXUAL?

São pessoas que nascem sem genitália definida como masculina ou feminina, ou seja, nascem com um defeito que é visível em seus corpos. “Visualmente não dá para saber se é menino ou menina, mas geneticamente, é só fazer os exames”, cita Marisa Lobo. Antigamente, o termo utilizado para pessoas nascidas com esse defeito era hermafrodita. A palavra “hermafrodita” tem sua origem no grego “hermafroditos” que é a união dos nomes de dois deuses: Hermes e Afrodite. Na mitologia grega, o personagem “Hermafrodita” possuía os dois sexos. É por isso que, atualmente, o
termo foi considerado “inadequado”, já que a ciência revelou que não é bem assim. Não é sempre uma questão de nascer com “os dois sexos”, mas com um defeito físico que torna a identificação
confusa. Por exemplo: por fora existe uma genitália feminina, mas por dentro não há ovários ou útero, e os testículos se encontram alojados dentro da cavidade pélvica. Também há casos em que
a pessoa nasce com ovários por dentro e um desenvolvimento anormal do clitóris, que passa a ter um formato semelhante a um pênis. “As causas do hermafroditismo ainda não estão bem estabelecidas, mas uma das teorias é de que existiram alterações genéticas durante o desenvolvimento do bebê”, explicou Marisa. Alguns cientistas supõem que um mesmo óvulo pode ter sido fertilizado por dois espermatozoides diferentes, ocasionando essas alterações genéticas importantes. A psicóloga esclarece que nesses casos, o tratamento depende da idade em que o diagnóstico foi feito, podendo ser através de reposição hormonal ou cirurgia para definição do sexo. “Quando identificado logo no nascimento, o sexo é definido a partir das características do nascimento, sendo realizada cirurgia. No entanto, se for identificado na adolescência, a decisão do sexo é feita pela pessoa a partir da sua identificação social”, especifica. Seja como for, a existência de pessoas intersexuais é uma realidade, mas não sustenta os movimentos atuais. “O que não pode é usar essa realidade para justificar um estilo de vida ou um comportamento humano. Homens que decidem viver como mulheres ou mulheres querendo viver como homens não tem nada a ver com ser intersexual”, destacou Robson Staines, 46 anos, o primeiro bispo ex-gay da Assembleia de
Deus, em Limeira, SP, (Ministério Presença) e um dos principais apoiadores do Movimento de Ex-Gays no Brasil (MEGB).

“Existe ex-gay sim!”

“Aos 11 anos de idade eu fui estuprado por um pedófilo. Tive meu lado psicológico
danificado. Me sentia sujo para me relacionar com uma menina, porque um homem tinha
tocado em meu corpo”, relata Staines. O estilista e produtor de moda conta que esse foi o motivo de sua prática homossexual. “Eu não nasci gay, não nasci homossexual. Foi o trauma que vivi que, um dia, me levou a essa condição”, lembra. “Comecei a ficar totalmente afeminado. Isso começou a chamar a atenção das pessoas. Depois tive vários casos, me prostituí, me travesti”, continuou. Atualmente, Staines se identifica como ex-gay. Ele é casado há mais de 20 anos, tem quatro filhos e já é avô. A esposa Paula Staines, 45 anos, é pastora e destacou a masculinidade de Robson: “Ele é um homem totalmente liberto da homossexualidade”. Ao falar sobre seu casamento, deu vários
detalhes. “Estamos juntos, casados e completamente apaixonados. Ele é muito generoso e justo. Ótimo marido e incrivelmente cuidadoso com os filhos e netos. Somos ligados um com o outro e o que temos de mais precioso é a nossa união sincera. Estamos juntos na escassez, na abundância, com problemas ou sem problemas. Existe amor entre nós, algo que não se vê muito, hoje em dia, nos casamentos”, comentou. Paula e Robson também estão juntos no ministério. “Depois de duas décadas como itinerantes, Deus disse que deveríamos ter a nossa própria igreja para dar
sequência aos trabalhos. Pregamos sobre a homossexualidade e dizemos que Jesus tem poder pra libertar o gay que quer abandonar esse caminho”, disse. “Deus tem derramado muitas bênçãos sobre o nosso ministério, muitas pessoas já foram libertas e transformadas através do testemunho do
Robson, um ‘homem de Deus’. Ele entrou pelo caminho da verdade e se tornou essa pessoa maravilhosa que ele é”, continuou.

“Eu não nasci gay, não nasci homossexual” ROBSON STAINES,
ex gay, estilista e bispo da Igreja Assembleia de Deus.

O que diz a Psicologia?
“Para a psicologia ele não existe, mas eu dou lugar à sua existência”, disse Marisa Lobo que o conhece há muito tempo e sabe do posicionamento dos ativistas LGBT’s. Robson Staines mencionou ainda: “Eles [ativistas] não são favorecidos quando um gay acorda para a realidade.
É por isso que eu me sinto amado pelos gays e odiado pelos ativistas gays, porque eu digo a verdade. E a verdade é que eu nasci homem e declaro que existe ex-gay sim. E há milhões de homens por aí acreditando nessa mentira de que homossexualidade é algo genético”. Staines disse: “acredito que o poder sobrenatural de Deus me salvou”. Ele também reconhece que a ajuda da Psicologia foi muito importante para sua mudança de vida e sua atual felicidade. “Como homossexual eu era uma pessoa sofrida e sem perspectivas. Eu sabia que estava indo contra a natureza de Deus, então eu não conseguia avançar. Agora eu quero ajudar outros homens e mulheres a encontrar essa vida plena”, concluiu