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APOCALIPSE INVESTIGADO

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Fim dos tempos e o governo do anticristo

Nesta edição, você terá a oportunidade de refletir sobre o que foi profetizado acerca do
anticristo e seu futuro reinado.
Cris Beloni

Jornalista e pesquisadora apaixonada pela Bíblia. Gosta de ensinar com simplicidade e palavreado acessível. Seus trabalhos envolvem temas como missões transculturais, Igreja Perseguida, teorias científicas, escatologia e análises de textos bíblicos.

Um dos temas centrais de Apocalipse é a guerra entre o Reino de Deus e o reino de
Satanás. O Novo Testamento mostra que certamente a Igreja irá experimentar na terra
sofrimentos e perseguições.

“Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês
terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo.” (João 16.33)

Fortalecendo os discípulos e encorajando-os a permanecer na fé, Jesus disse:
“É necessário que passemos por muitas tribulações para entrarmos no Reino de Deus.”
(Atos 14.22)

“Porque haverá então grande tribulação, como nunca houve desde o princípio do
mundo até agora, nem jamais haverá. Se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém
sobreviveria; mas, por causa dos eleitos, aqueles dias serão abreviados.” (Mateus
24.21-22)

Quando o anticristo estiver na terra, ele vai batalhar para anular o governo de Deus.
Alguns entendem o termo “anticristo” como uma pessoa, enquanto outros entendem que
será um sistema. E há também quem entenda através das duas formas combinadas. De
qualquer maneira, sendo pessoa ou sistema, exigirá do povo adoração e quem não o
obedecer será martirizado.

Durante o tempo da tribulação, Deus firmará sua soberania e dará amostras de sua
vitória final, no julgamento, derramando sua ira em etapas sobre os que adoram a besta.
A primeira etapa é retratada sucessivamente durante as sete trombetas, acompanhadas
das pragas. A sétima trombeta anuncia o fim, estabelece o Reino de Deus e a destruição
dos ímpios. Antes do fim, porém, João dá detalhes sobre o anticristo e sobre seus
esforços para destruir a Igreja. A experiência dos cristãos enfrentando a tribulação é a
manifestação de uma batalha espiritual ao longo da história. Simbolicamente, por detrás
do anticristo está o dragão (velha serpente, diabo, satanás) que faz de tudo para impedir
o governo de Deus.

“Porque já muitos enganadores entraram no mundo, os quais não confessam que Jesus
Cristo veio em carne. Este tal é o enganador e o anticristo.” (2 João 1.7)

“Não deixem que ninguém os engane de modo algum. Antes daquele dia virá a
apostasia e, então, será revelado o homem do pecado, o filho da perdição. Este se opõe
e se exalta acima de tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, a ponto de se
assentar no santuário de Deus, proclamando que ele mesmo é Deus.” (2
Tessalonicenses 2.2-4)

A besta do mar e o Império Romano antigo

“Vi uma besta que saía do mar. Tinha dez chifres e sete cabeças, com dez coroas, uma
sobre cada chifre, e em cada cabeça um nome de blasfêmia.” (Apocalipse 13.1)

Para alguns comentaristas históricos, nessa interpretação, as sete cabeças são sete
imperadores subsequentes, ou seja, as sete etapas do Império Romano. Mas há muitas
discussões sobre quem seriam esses imperadores e impérios em questão. Se esse
contexto for considerado isoladamente, teremos o cumprimento da profecia a partir do

passado e aguardamos sua finalização nesse tempo, faltando somente a manifestação do
sétimo imperador. Essa “interpretação preterista” pode estar correta no sentido de
identificar um sistema político maligno através dos imperadores romanos do passado.
Porém, muitas coisas ainda vão acontecer no futuro, ou seja, não há como dizer que é a
“melhor interpretação”. De qualquer maneira, a maioria dos estudiosos entende as
cabeças como poderes políticos.

“Filhinhos, esta é a última hora; e, assim como vocês ouviram que o anticristo está
vindo, já agora muitos anticristos têm surgido. Por isso sabemos que esta é a última
hora.” (1 João 2.18)

Quem será o anticristo?
Segundo o teólogo Luiz Sayão, é interessante observar como os cristãos de diversas
origens apontam para o suposto anticristo em nossos dias. Muitos especialistas
escatológicos dos Estados Unidos, por exemplo, encontram o anticristo fora do território
americano. Por outro lado, na América Latina (em especial em regiões esquerdistas, que
protestam contra o capitalismo) apontam para um anticristo justamente americano. Os
brasileiros que têm uma relação complicada com o contexto católico sugerem que o
anticristo será um Papa. Já os escritores de livros escatológicos europeus acreditam que
ele será inserido no mundo muçulmano. Para os asiáticos, o anticristo está no Ocidente.

“O perigo disso é fazer uma interpretação limitada e parcial, escolhendo o anticristo a partir de uma visão particular. A ideia, seguramente, de acordo com o texto bíblico, é que se refere ao Império Romano futuro (renascido), que provavelmente vai atingir a terra toda e não será exclusivo de uma só nação”, explica o teólogo e hebraísta Luiz Sayão.

Reedição do Império Romano
“A cultura mundial é uma reedição do Império Romano”, acredita o pastor. Disse isso
ao comparar a Corrida de Fórmula 1 com a antiga Corrida de Bigas (variação de corrida
de cavalos). A biga era um carro de guerra de duas rodas, movido por dois ou quatro
cavalos, e foi muito famosa nos Jogos Olímpicos dos romanos para corridas disputadas.
O hipódromo de Olímpia (cidade grega) era enorme e podia abrigar até sessenta bigas
correndo ao mesmo tempo. O entretenimento se tornou tão popular que chegou a ter
conotações de Fórmula 1 da antiguidade, com equipes bem estruturadas, patrocinadores
e “pilotos” requisitados. A modalidade clássica foi uma grande atração no filme épico
Bem-Hur (1959).

Outra comparação de Sayão são os combates de artes marciais mistas – UFC (Ultimate
Fighting Championship) com as lutas da Roma Antiga, onde os gladiadores entravam na
arena para um embate mortal. Muitos, aliás, acreditam que o UFC é um
aperfeiçoamento do “Pão e Circo” romano, Panen et circenses em latim.

Entre outros aspectos está também o culto ao corpo, à vaidade e à beleza, que teve
origem na Grécia, mas que foi inserido ao contexto romano em seguida. Os jogos
olímpicos serviam também como plataforma de desfile. Essa ideia de supervalorizar a
beleza estética se tornou um estilo de vida, além de criar uma ditadura dos padrões de
beleza, bem conhecida nos dias atuais. Resumindo: “Não há muita diferença entre o
mundo antigo dominado pelos romanos comparado ao mundo de hoje”, observou o
professor. Para finalizar, vale também lembrar que a globalização foi ideia do maior
império da história.

Então, de acordo com essa visão, pelo menos o “sistema do anticristo” parece já estar
entre nós. Se esse é o cenário, podemos considerar que quase tudo já está montado para
a chegada daquele que é descrito como:

“Pastor imprestável” (Zacarias 11.17)
“Pequeno chifre” (Daniel 7.8)
“Príncipe que há de vir” (Daniel 9.26)
“Homem vil” (Daniel 11.21)
“Abominação da desolação” (Mateus 24.15)
“Assolador” (Daniel 9.27)
“Anticristo” (1 João 2.18)

“Tendo Jesus se assentado no monte das Oliveiras, os discípulos dirigiram-se a ele em
particular e disseram: Dize-nos, quando acontecerão essas coisas? E qual será o sinal
da tua vinda e do fim dos tempos?” (Mateus 24.3)

O governo do anticristo, a falsa paz e a Grande Tribulação serão antecedidos por
diversos sinais, conforme o sermão profético de Jesus. Mas ao final de tudo, a Bíblia diz
que Cristo reinará.

“O sétimo anjo tocou a sua trombeta, e houve altas vozes no céu que diziam: O reino
do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o
sempre.” (Apocalipse 11.15)

Leia a Bíblia e siga os sinais!

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