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Em três dias, região tem 23 mortes em razão da Covid-19

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Mogi confirmou 9 óbitos no período, enquanto Itaquaquecetuba e Suzano revelaram 5 e 2 casos, respectivamente

Com exceção de Guararema e Biritiba Mirim, todas as cidades da região registraram mortes por coronavírus (Covid-19) entre sábado e ontem, segundo informou as prefeituras e o Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat). Em média, foram quase oito mortes por dia, sendo que Mogi das Cruzes foi a que registrou mais óbitos no total: nove.Neste município, três mortes de pacientes masculinos, de 67, 84 e 67 anos, e seis de mulheres, entre os 36 e 80 anos foram confirmadas. Itaquaquecetuba informou cinco óbitos, três homens e duas mulheres, entre 30 e 69 anos. Em Suzano foram dois casos confirmados, de um homem (86) e de uma mulher (65).Ferraz de Vasconcelos e Poá revelaram duas mortes cada. Na primeira cidade as vítimas são duas mulheres, de 65 e 42 anos, na última, um homem (52) e uma mulher (55). Arujá, Salesópolis e Santa Isabel registraram uma morte cada, respectivamente duas mulheres de 89 e 66 anos e um homem, de 88 anos.Com essa atualização, o Alto Tietê soma 149 pessoas vítimas fatais da Covid-19. Em Mogi foram 36 óbitos, enquanto Itaquá e Suzano, na ordem, foram 35 e 26. Arujá possui sete casos, enquanto Poá, 13, e Ferraz, 19. Santa Isabel, com dez e Guararema e Salesópolis, com duas cada, fecham a lista. Biritiba não registrou nenhuma morte por coronavírus.CobrançaOs prefeitos do Condemat estão cobrando a ajuda do governo do Estado para manter a efetividade nas cidades, do cumprimento da quarentena, que foi prorrogada até o final de maio. Também reiteram o pedido de apoio na ampliação da rede de saúde para o atendimento dos pacientes de Covid-19 e a representatividade da região no Conselho Municipalista, criado na sexta-feira, para atuar no plano de retomada das atividades.O anúncio de prorrogação da quarentena contrariou as expectativas de alguma flexibilização, ainda que apenas nos municípios um pouco mais distantes da capital, onde está o epicentro da pandemia. Diante da pressão dos setores empresariais e da dificuldade cada vez maior da população permanecer em casa, os prefeitos querem ajuda no trabalho de conscientização e, especialmente, de fiscalização do cumprimento do isolamento social. Para isso, o pedido é de apoio das Polícias Militar, Civil, Rodoviária e Ambiental.”As prefeituras estão empenhadas em promover o isolamento e diminuir a curva de contaminação, mas falta estrutura para fiscalizar tudo. Temos represas, que estão sendo muito procuradas pelas pessoas, assim como chácaras de veraneio, além das áreas urbanas e dos equipamentos públicos. Precisamos de um respaldo maior do Estado para ajudar na fiscalização”, destacou o presidente do Condemat e prefeito de Guararema, Adriano Leite (PL).

Com informações Portal News

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