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Mortes por eutanásia aumentam com pessoas citando ‘ser um fardo’

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O relatório também mostrou que dos 7.336 pacientes que solicitaram Assistência Médica ao Morrer. (Foto: Reprodução)

CANADÁ – O Canadá viu um aumento significativo no número de mortes por eutanásia ocorridas no ano passado, com um terceiro dando ‘não querer ser um fardo’ como motivo.

Um relatório do governo revelou que em 2019, 5.631 pessoas foram mortas por eutanásia ou suicídio assistido, um aumento de 26% em relação ao ano anterior.

Mais de um terço dos pacientes (34 por cento) que solicitaram sua morte por seus médicos citaram o medo de ser um fardo para suas famílias. 13,7 por cento disseram que era por causa do “isolamento ou solidão”.

Doenças não terminais – O relatório também mostrou que dos 7.336 pacientes que solicitaram Assistência Médica ao Morrer (MAID), 92 por cento tiveram seus pedidos aprovados, embora 15,2 por cento dos pacientes morreram antes de serem mortos, e outros 263 pacientes retiraram o pedido.

Apesar disso, o governo canadense está tentando liberalizar ainda mais a lei para tornar o suicídio assistido e a eutanásia disponíveis para aqueles sem doença terminal.

Um novo projeto de lei removeria a exigência de que a morte natural de uma pessoa fosse razoavelmente previsível, depois que a Corte Superior de Quebec decidiu no ano passado que tal condição era inconstitucional.

Em uma declaração conjunta, a Associação Canadense para Vida em Comunidade e o Conselho de Canadenses com Deficiências disseram que a decisão do tribunal enviou a mensagem de que “ter uma deficiência é um destino pior do que a morte”.

Carga – Os ativistas pró-vida no Reino Unido têm argumentado consistentemente que se a lei for alterada para permitir o suicídio assistido ou a eutanásia, isso inevitavelmente levará os pacientes a escolherem morrer por medo de serem um fardo para suas famílias ou cuidadores.

Em 2015, quando Westminster votou pela última vez em um projeto de lei sobre suicídio assistido, esse argumento foi levantado por parlamentares, que disseram que legalizar o suicídio assistido pressionaria os doentes, idosos e vulneráveis ​​a acabar com suas vidas.

Muitos também apontaram para a extensão crescente da prática na Europa e a ausência de salvaguardas genuínas.

*Fonte: The Christian Institute.

 



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