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Vacinação contra a Covid-19 será em quatro fases. Veja quem terá prioridade

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“É um grande desafio que temos pela frente. Mas temos capacidade técnica, tempo, expertise e pessoas reunidas com vontade de fazer o melhor plano do mundo”, afirmou o ministro Eduardo Pazuello durante a reunião. Gui Prímola/Arte Metrópoles arte estudo clínico Arte/Metrópoles Gui Prímola/Arte Metrópoles Gui Prímola/Arte Metrópoles Gui Prímola/Arte Metrópoles Gui Prímola/Arte Metrópoles Gui Prímola/Arte Metrópoles Gui Prímola/Arte Metrópoles Gui Prímola/Arte Metrópoles arte estudo clínico Arte/Metrópoles 7

População idosa com mais de 75 anos, trabalhadores da saúde, pessoas acima de 60 que vivem em asilos e indígenas serão vacinados primeiro

O Ministério da Saúde divulgou, nesta terça-feira (1º/12), a primeira etapa do plano de vacinação da pasta contra a Covid-19. Decidida durante reunião técnica, a estratégia será dividida em quatro etapas e prevê a compra de seringas e agulhas para garantir a aplicação.

Participarão da primeira fase de vacinação, trabalhadores da saúde, população idosa com mais de 75 anos, pessoas acima de 60 anos que vivem em instituição de longa permanência (asilos ou instituições psiquiátricas) e a população indígena.

Na segunda etapa, estão as pessoas que têm entre 60 e 74 anos. A fase seguinte irá abranger pacientes com comorbidades, como doenças renais crônicas e cardiovasculares, e o último grupo será de professores, forças de segurança e salvamento, funcionários do sistema prisional e população privada de liberdade.

A ideia é imunizar 109,5 milhões de pessoas durante a campanha, em duas doses, com a vacina de Oxford/AstraZeneca produzida pela Fiocruz. Segundo a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Francieli Fantinato, o planejamento é preliminar e pode sofrer alterações, caso outras vacinas sejam adquiridas pelo governo.

O Ministério da Saúde também afirma estar negociando a compra de 300 milhões de seringas e agulhas no mercado nacional e de 40 milhões no internacional a fim de garantir a aplicação.

“É um grande desafio que temos pela frente. Mas temos capacidade técnica, tempo, expertise e pessoas reunidas com vontade de fazer o melhor plano do mundo”, afirmou o ministro Eduardo Pazuello durante a reunião.

arte estudo clínico

Gui Prímola/Arte Metrópoles

Fonte: Metrópoles

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