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Ciência

Vacina e ciência salvam vidas

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A história da vacina iniciou-se no século XVIII, quando o médico inglês Edward Jenner utilizou a vacina para prevenir a contaminação por varíola, uma doença viral extremamente grave que causava febre alta, dores de cabeça e no corpo, lesões na pele e morte.
Desde então as vacinas têm salvado muitas vidas e prevenido uma série de doenças. Para que as pessoas entendam melhor como funciona esse método tão atual e fundamental na vida moderna, é importante compreender o mecanismo de funcionamento.
A vacina nada mais é que a estimulação do nosso sistema imune. Basicamente colocamos o vírus vivo atenuado (adormecido), ou apenas uma parte dele, no organismo para que o nosso sistema imune entenda que estamos doentes, produzindo assim anticorpos que serão fundamentais para o combate daquela suposta doença que de fato não nos acometeu.
Assim quando formos expostos à patologia já teremos anticorpos produzidos para combatê-la. Diante da pandemia da COVID-19, as vacinas são um alento para que possamos voltar a ter uma vida normal, para que a economia volte a funcionar e principalmente para evitamos um número enorme de mortes.
Imagine o que seria da população hoje sem as vacinas de tétano, tuberculose, varíola e poliomielite – está última, praticamente erradicada no mundo depois das campanhas de vacinação.
Quem tem a minha idade se lembra bem de crianças e adultos acometidos pela poliomielite (paralisia infantil), pedindo esmolas no farol das grandes cidades brasileiras, por terem sequelas físicas graves que os impediam de trabalhar. Hoje isso virou apenas páginas de livro. O último caso de pólio no Brasil foi em 1989, e de lá pra cá quantas crianças não foram salvas?
Muita besteira e mentira se falou num momento onde as vacinas são tão importantes. A chinesa Sinovac Biotech, responsável pela produção da coronovac, tem cerca de 27 anos e também já produziu vacinas contra o enterovírus, hepatites A e B, gripe aviária, varicela e caxumba, que muitos brasileiros já tomaram. Foi a primeira no mundo a produzir vacina contra a H1N1 em 2009.
A gigante Farmacêutica Pfizer também é responsável por inúmeras outras vacinas já testadas e aprovados pelo Brasil e pelo mundo. Portanto, é fundamental para nós atentarmos aos fatos, acabar com as mentiras e com o negacionismo e vacinar a população o mais rápido possível.
Quantas famílias que perderam entes queridos não queriam ter tido a oportunidade de vacinar seus parentes. Temos que ter a consciência da importância da vacinação e conversar com as pessoas que não querem ser vacinadas, desmentir as notícias falsas e informar a população.
Vacina e a ciência são e sempre serão a salvação de muitas vidas.

Dr Jorge Abissamra Filho, o Jorginho Abissamra, é medico oncologista clinico graduado em medicina pela Universidade de Santo Amaro (UNISA), com residencia em clinica médica pela Santa Casa de São Paulo (ISCMSP), titulo da especialidade pela SBCM, residencia em cancerologia pelo Instituto do Cancer Arnaldo Vieira de Carvalho, membro titular da sociedade brasileira de oncologia clinica (SBOC) e com subespecializacao em câncer de pulmão e cabeça e pescoço pelo MD-Anderson cancer center, em Houston Texas. Atualmente é médico no ICESP, chefe da oncologia clinica do COAT, oncologista clinico no IAVC, professor convidado da faculdade de medicina da Santa Casa de SP, oncologista do instituto de oncologia de Mogi das Cruzes, chefe do serviço de oncologia clinica do H. Ipiranga de Mogi das Cruzes e fundador da Amo Saúde