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Mentirosos são reconhecíveis pelo som da voz? Sim, dizem cientistas

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Na vida real, o "nariz de Pinóquio" dos mentirosos estaria na sua prosódia, propõem cientistas franceses. Crédito: Pikrepo Velocidade de fala mais rápida, maior intensidade no meio da palavra e tom decrescente no final da palavra: essa é a prosódia (a “melodia” de uma frase ou palavra: seu tom, ritmo e intensidade) a ser adotada se alguém quiser parecer confiável e honesto para seus ouvintes. Um artigo sobre o tema foi publicado na revista “Nature Communications”. Cientistas do Laboratório de Ciência e Tecnologia para Música e Som (CNRS/Ircam/Universidade Sorbonne/Ministério da Cultura da França) e do Laboratório de Sistemas Perceptuais (CNRS/ENS PSL), ambos ligados ao Centro Nacional de Pesquisas Científicas da França, realizaram uma série de experimentos para entender como decidimos, com base na voz, se quem fala é uma pessoa honesta e confiante ou, pelo contrário, desonesta e insegura. Os pesquisadores mostraram que essa “assinatura” foi percebida de forma semelhante em vários idiomas (francês, inglês, espanhol). Ela também é registrada “automaticamente” pelo cérebro. Ou seja: mesmo quando os participantes não estavam julgando a certeza ou honestidade do falante, esse som característico impactou como eles memorizaram as palavras. PUBLICIDADE A arte de contar mentiras O lucrativo negócio das fake news A prosódia, consequentemente, transmite informações sobre o valor de verdade ou certeza de uma proposição. Os cientistas agora estão tentando entender como os falantes produzem tal prosódia com base em suas intenções. Veja também + Invasão de vespas assassinas aumenta tensão com 2020 nos EUA + Anticoagulante reduz em 70% infecção de células pelo coronavírus + Assintomáticos: 5 dúvidas sobre quem pega o vírus e não tem sintomas + 12 dicas de como fazer jejum intermitente com segurança TAGSCentro Nacional de Pesquisas CientíficascérebroCNRSfalaFrançaintensidadeIrcamLaboratório de Ciência e Tecnologia para Música e SomLaboratório de Sistemas PerceptuaismentiramentirosoMinistério da CulturaNature CommunicationsprosódiaritmosomtomUniversidade Sorbonnevoz COMPARTILHAR Facebook Twitter NOTÍCIAS RELACIONADASMAIS DO AUTOR Ciência Trópicos podem ficar inabitáveis com aquecimento, diz estudo Astronomia Clima no início de Marte era intermitentemente quente Saúde Momento da resposta imunológica determina evolução da covid-19 Prêmio de loteria multimilionário para ser agarrado no Brasil. 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Elementos como tom, ritmo e intensidade entram na avaliação do cérebro sobre a sinceridade de quem fala.

Velocidade de fala mais rápida, maior intensidade no meio da palavra e tom decrescente no final da palavra: essa é a prosódia (a “melodia” de uma frase ou palavra: seu tom, ritmo e intensidade) a ser adotada se alguém quiser parecer confiável e honesto para seus ouvintes. Um artigo sobre o tema foi publicado na revista “Nature Communications”.

Cientistas do Laboratório de Ciência e Tecnologia para Música e Som (CNRS/Ircam/Universidade Sorbonne/Ministério da Cultura da França) e do Laboratório de Sistemas Perceptuais (CNRS/ENS PSL), ambos ligados ao Centro Nacional de Pesquisas Científicas da França, realizaram uma série de experimentos para entender como decidimos, com base na voz, se quem fala é uma pessoa honesta e confiante ou, pelo contrário, desonesta e insegura. Os pesquisadores mostraram que essa “assinatura” foi percebida de forma semelhante em vários idiomas (francês, inglês, espanhol). Ela também é registrada “automaticamente” pelo cérebro. Ou seja: mesmo quando os participantes não estavam julgando a certeza ou honestidade do falante, esse som característico impactou como eles memorizaram as palavras.

A prosódia, consequentemente, transmite informações sobre o valor de verdade ou certeza de uma proposição.

Os cientistas agora estão tentando entender como os falantes produzem tal prosódia com base em suas intenções.

Fonte:https://www.revistaplaneta.com.br/

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