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Politica

Alesp ganha nova voz em defesa da mulher: deputada Patricia Bezerra

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Foto:Divulgação
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A bancada feminina da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) ganha uma nova voz em defesa dos direitos da mulher, a voz de uma mulher virtuosa. Trata-se da psicóloga e pastora Patricia Bezerra (PSDB), empossada deputada estadual em março. Com a chegada da parlamentar, o Legislativo paulista conta agora com 19 deputadas mulheres, oito a mais do que na última Legislatura, o que representa quase 20% de toda a Assembleia.

Patricia leva para a Alesp a experiência como secretária de Direitos Humanos e Cidadania da capital paulista e vereadora da cidade por oito anos, e, sobretudo, o compromisso com sua fé, como a mulher de Provérbios 31-10: “Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede ao de rubis”.

Em pouco mais de um mês de mandato, a deputada Patricia já tem marcado posição em defesa de suas bandeiras. Votou firmemente a favor do afastamento por 180 dias do deputado Fernando Cury (Cidadania), punido por assédio sexual contra Isa Penna (PSOL). Também assina como co-autora a proposta que institui diretrizes para a política pública Menstruação Sem Tabu, de conscientização sobre a menstruação e a universalização do acesso a absorventes higiênicos.

 “Chego à Assembleia Legislativa com expectativas realistas de somar forças à causa da mulher, em especial no combate à violência doméstica neste momento crítico de pandemia. As vítimas estão em casa, a mercê de seus algozes. Nosso mandato está acompanhando algumas ações do governo do Estado em resposta a este aumento da violência contra mulher”, destaca a deputada, referindo-se ao acordo do governo de São Paulo com o Tribunal de Justiça para aquisição de tornozeleiras eletrônicas para rastrear investigados por agressão contra mulheres.

Como gestora de projetos sociais, deputada Patricia articula através de seu mandato um projeto a favor das egressas do sistema prisional. “É uma iniciativa na área do empreendedorismo social, para dar uma nova oportunidade para estas mulheres que, na maioria dos casos, acabam no crime por conta de um ‘amor bandido’. Elas merecem uma segunda chance”.

A deputada atuou por 14 anos nas periferias paulistanas e comunidades da zona leste de São Paulo, por meio de serviço voluntário para o enfrentamento à violência, e fala com propriedade das demandas sociais.

Saúde mental

Além das bandeiras femininas, deputada Patricia coloca em pauta na Alesp a questão da saúde mental, com dois projetos pontuais propondo apoio psicológico aos profissionais da saúde que atuam na linha de frente da Covid-19 e para os profissionais de segurança do Estado, como policiais civis, militares e bombeiros: “Solicitamos que o Estado crie um programa de suporte emocional com foco nos médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem que estão nos diversos postos de atendimento dos pacientes com COVID-19.  Em outra proposta, pedimos atenção especial à saúde do profissionais vinculado à Secretaria de Segurança Pública, com apoio médico e psicológico específicos”.

Na Câmara

Como vereadora de São Paulo, Patricia marcou seus dois mandatos com importantes conquistas a favor dos direitos da mulher, direitos humanos, do empreendedorismo social e da proteção da infância e adolescência.

Ela foi autora da lei da Amamentação Livre, que garante o aleitamento em estabelecimentos privados e públicos sem constrangimentos à gestante e ao bebê.

Criou o Fórum de Proteção à Criança e ao Adolescente no município de São Paulo, que já capacitou mais de 5 mil pais e educadores na temática. Foi relatora da CPI que investigou a exploração sexual infantil em São Paulo, cujo relatório foi apontado como exemplo para a América Latina pela relatora da Organização dos Estados Americanos (OEA).

E presidiu a CPI que investigou os planos de saúde de São Paulo e autora de leis premiadas com nota máxima pelo Programa Cidades Sustentáveis, que avalia a produção legislativa de parlamentares com base no impacto das medidas para a vida dos cidadãos.

Fonte: Redação Exibir Gospel