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Google cria “seção de segurança” para maior transparência de apps na Play Store

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Nova seção na descrição de apps da Play Store requer a lista completa de dados coletados e quais as suas finalidades. Imagem: ThomasDeco/Shutterstock

Para fins de maior transparência, o Google passará a exigir que desenvolvedores de aplicativos na Play Store preencham o que a empresa vem chamando de “seção de segurança”, na qual apps deverão listar informações potencialmente pessoais (porém não privadas) que possam coletar. O anúncio foi feito ontem (6), durante o “Dia Mundial das Senhas”.

Basicamente, é uma ampliação da descrição técnica de um app, onde desenvolvedores deverão informar se o software a ser baixado faz a coleta de dados como localização (precisa ou aproximada), nome completo do usuário da conta que está fazendo o download, agenda de contatos telefônicos e fotos, vídeo, áudio ou outros arquivos do armazenamento interno. Além disso, os desenvolvedores deverão explicar como tais informações serão utilizadas pelo app.

Os desenvolvedores concordam que as pessoas devem ter [acesso à] transparência e controle de seus dados. E que eles ofereçam a comunicação com a segurança de um app de maneira fácil de compreender e ajudar os usuários a tomar decisões informadas sobre como seus dados são utilizados”, disse o Google, em um post em seu blog oficial.

Mais além, a empresa também dará oportunidade para que desenvolvedores informem outros detalhes adicionais, como se o aplicativo usa práticas de segurança avançadas (por exemplo: criptografia de ponta a ponta), se está de acordo com a política familiar estipulada pela empresa de Mountain View, ou se as permissões pedidas pelo aplicativo são obrigatórias ou o usuário pode ignorá-las e continuar usando-o, entre outros.

A nova política que implementa a seção de segurança será obrigatória, incluindo para os aplicativos “first party”, ou seja, aqueles que o próprio Google desenvolve. A empresa também promete penalidades para aplicativos e desenvolvedores que forem flagrados mentindo nas informações prestadas – embora não tenha detalhado que tipo de punição será aplicada.

O Google disse que a nova política entrará em efeito “neste verão”, o que, no calendário norte-americano de 2021, contempla o período entre 21 de junho até 22 de setembro.

Fonte : Olhar Digital

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