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Conselheiro de Bolsonaro, Silas Malafaia diz que “ideologizaram a pandemia”

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Presidente da República, Jair Bolsonaro e pastor Silas Malafaia

O pastor Silas Malafaia, apontado por Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) como conselheiro do presidente da República, usou as redes sociais para responder a um vídeo compartilhado pelo perfil Cidadão Consciente, que traz a edição de uma série de depoimentos do pastor, em que ele afirma, entre outras coisas, que o Brasil não poderia ser cobaia para a vacina da China (Coronavac) e que a “catástrofe” da covid não atingiria o país.

Malafaia também aponta que com a quantidade de áreas de periferia no país, era para ter morrido “milhares” de pessoas e defende que as mais 400 mil mortes por covid no Brasil não podem ser classificadas como catástrofe.

Além de atacar governadores de terem roubado os “bilhões” encaminhados pelo governo federal para tratar a pandemia, Malafaia desafia que senadores aprovem requerimento para que seja ouvido na CPI da Covid.

“Querem discutir comigo? Me convida para um debate. Eu quero ver se os senadores esquerdopatas da CPI vão assina o meu convite, a minha convocação. Vamos lá, me questionem lá que eu não tenho medo”, bradou.

Requerimento

Em uma de suas muitas manifestações durante os depoimentos de Eduardo Pazuello à CPI da Covid essa semana, o senador Flávio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, reforçou discurso do ex-ministro da Saúde, que disse se encontrar “menos vezes do que gostaria” com o presidente durante sua gestão na pasta da Saúde.

Flávio apontou que quem aconselha seu pai “quase que diariamente” é o pastor Silas Malafaia. A intervenção do senador rendeu um requerimento para convocação do religioso à comissão. “Vocês querem ouvir alguém que dá conselho ao presidente da República? Eu vou dar o nome. Chama o pastor Silas Malafaia aqui. Esse fala quase que diariamente com o presidente e influencia o presidente”, disse.

Senadores devem votar os mais de 300 requerimentos apresentados à comissão na próxima quarta-feira, incluindo o pedido para a oitiva do pastor.

Fonte: https://congressoemfoco.uol.com.br/