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A China no banco dos réus

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foto reprodução internet

Joe Biden buscou mais transparência quanto à possibilidade de se tratar de ato culposo ou doloso envolvendo o Instituto de Virologia de Wuhan

Que o primeiro surto de Covid-19 ocorreu na China é fato incontroverso. Assim como foi o berço de outras pandemias. Positiva a posição do presidente americano Joe Biden, que na busca mais transparência quanto à possibilidade de se tratar de ato culposo ou doloso envolvendo o Instituto de Virologia de Wuhan, ordenou investigação detalhada.

Carta aberta assinada na revista Science por 18 cientistas de universidades prestigiadas fortaleceu a busca pelas causas. Eles afirmam que a possibilidade de um vazamento no laboratório chinês, que pesquisa vírus em morcegos, não pode ser descartada.

Reportagem do “Wall Street Journal” revelou que três cientistas do Instituto de Virologia de Wuhan foram hospitalizados em novembro de 2019. Apresentavam sintomas parecidos aos de uma gripe forte, um mês antes de a China informar sobre a doença. Daí já não se pode descartar, inclusive, as afirmações do ex-presidente Trump, de que o vírus poderia ter sido fabricado intencionalmente. A decisão do atual presidente americano rompe com a questionável posição da OMS, que descartou essa possibilidade.

A origem do mal

A cultura chinesa tem raízes na submissão de uma nação que há mais de 4 mil anos vive sob domínio de imperadores despóticos, o que justifica a troca inconteste pelo regime comunista, exceto em Hong Kong e Macau, onde os ventos da liberdade ocidental fizeram aportar o conhecimento dos benefícios da democracia, algo absolutamente incompreensível aos demais de 1 bilhão de chineses.

Por mais paradoxal que seja, o agravamento da hegemonia comunista chinesa é, em boa parte, de responsabilidade dos excessos do capitalismo, quando este percebeu que poderia usar a barata mão de obra chinesa.

Enquanto um engenheiro europeu ganhava 5 mil euros por mês para trabalhar 36 horas por semana, um chinês trabalharia com muita vontade até 80 horas por semana, em troca de apenas 50 dólares mensais, 7 dias por semana, pois lá não se folga domingo. Os países capitalistas investiram trilhões de dólares no Gigante Asiático por mais de 20 anos, fazendo com que a economia chinesa de 12% a 15% ao ano por décadas.

Chegamos à década de 2010 com a China ultrapassando as potências europeias e asiáticas e se tornando a segunda potência mundial. Tarde demais, o mesmo capitalismo transferiu seu capital a outro gigante asiático. A Índia.

Mas as nações desenvolvidas não consideraram que China e Índia têm população acima de 1,3 bilhão; e também precisam de muita comida. Os EUA e Europa consomem aproximadamente 40% de todos os alimentos produzidos no mundo.

Se considerarmos os grandes países da Ásia (Japão, Coreia, Malásia, etc), já teremos mais de 70% dos alimentos produzidos comprometidos. Como alimentar o restante da população do mundo? O comunismo fortalecido pela ganância do capitalismo é hoje a verdadeira origem do mal. Da pandemia, ao colapso da economia global e ao protagonismo do maior de todos os males: a fome.

Fonte :https://ndmais.com.br

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