Siga nossas redes sociais

Curiosidades

Você sabe qual é a cidade mais inteligente do Brasil?

Published

on

jamesteohart/Shutterstock
Compartilhe

Uma ‘Smart City’ – termo que significa cidade inteligente – é quando um município utiliza tecnologia para conectar os espaços, com o objetivo de aumentar o nível de ciência e otimizar o que acontece em todos os ambientes. Além disso, também melhora a conectividade das pessoas, principalmente quando se trata de serviços que agregam ao cotidiano.

A tendência integra IoT, IA, cloud, conectividade, blockchain, realidade virtual/mista, gameficação, e centenas de outras tecnologias para melhorar a qualidade de vida nas cidades e reduzir o impacto ambiental. As cidades inteligentes não são somente cidades mais conectadas e sim, as que tornam o uso do que é público eficiente e eficaz.

Por exemplo, não adianta projetar prédios com grandes estacionamentos, se ninguém mais possui carro e só anda de Uber. Pensando nesses pontos, São Paulo é, pelo segundo ano consecutivo, a primeira colocada no Ranking Geral do Connected Smart Cities 2021, e também entre as cidades com mais de 500 mil habitantes, além das cidades na região Sudeste.

Já o segundo lugar ficou com Florianópolis (SC), seguido por Curitiba (PR), Brasília (DF) e Vitória (ES). Na sexta posição está São Caetano do Sul (SP), seguida por Rio de Janeiro (RJ), Campinas (SP), Niterói (RJ) e Salvador (BA). Inclusive, a capital paulista lidera ainda nos eixos de Mobilidade e Acessibilidade.

De acordo com o CEO da Accell Solutions e especialista em gestão de smart cities, Henrique Costa, uma cidade inteligente é um termo relativamente novo – inclusive no mundo – e nada mais é do que o uso de um sistema com um tripé que une processo, pessoas e tecnologia. “Uma cidade que esteja integrada em suas diversas áreas e use a tecnologia para facilitar os processos e conectar as pessoas”, explica em entrevista ao Olhar Digital.

As maiores dificuldades são fatores como a integração de diversas áreas e desta forma, o controle do consumo sobre aquele serviço e orçamento, como iluminação e estacionamento. “A dificuldade de justificar o investimento a mais e nem sempre temos que olhar o que é mais caro, e sim o retorno do investimento em um prazo dado”, diz sobre como os agentes políticos podem explicar os custos altos, saindo da gestão tradicional. Ele complementa que há uma resistência grande de algumas pessoas e áreas em relação a essa tecnologia.

São Paulo foi eleita a cidade mais inteligente por conta “da aglomeração de pessoas, você tende a ter controle mais automatizado” como tráfego e educação, “naturalmente tende a ser a cidade mais tecnológica pelo tamanho e necessidade dessa gestão”.

Para Costa, as pessoas que mais ganharam nesse mercado foram os hotéis e palestrantes dos temas. “Estamos atrás dos países do primeiro mundo e não vejo uma cidade modelo, temos várias iniciativas isoladas e os EUA é onde há um nível de smart cities diferenciado de outros países do mundo, porém, ainda está longe do que a gente sonha”, esclarece.

Fonte:Olhar Digital