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Tempo de espera

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“Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu” (Eclesiastes 3:1).

Nas águas gélidas da Groenlândia existem icebergs pequenos e outros gigantescos. Se observá-los com cuidado, perceberá que os pequenos vão para uma direção enquanto os grandes para outra.

A explicação é simples: os ventos sobre a superfície dirigem os pequenos, enquanto que os gigantescos são carregados pelas profundas correntes marítimas.

Quando enfrentamos lutas e tragédias, temos a oportunidade de ver se nossas vidas estão sendo dirigidas pelos ventos da superfície das circunstâncias ou se pelo poder das águas do Espírito de Deus e Seu imutável amor. José de Arimateia é descrito como alguém que esperava pelo reino de Deus, no texto do evangelista Marcos no capítulo 15, ele ousadamente pede pelo corpo de Jesus ao governador Pilatos. José de Arimateia esperava pelo reino de Deus, a implicação de sua espera é que mesmo diante da trágica morte de Jesus, ele continuava esperando pelo reino de Deus.

No Antigo Testamento, Ester, por exemplo, apesar das pressões que enfrentou, nos legou uma importante lição: os súditos de Deus discernem o tempo. Ester é serva de Deus e, como tal, ela precisava saber quando esperar e quando agir.

O equilíbrio entre estas duas abordagens da vida pode determinar sucesso ou fracasso.

Nesta etapa da vida de Ester era tempo de esperar, ela sabia que não deveria correr ou forçar as circunstâncias… em seu divino aprendizado uma coisa era clara: a grandeza nada perde por ser paciente!

Os propósitos de Deus não eram claros nos primeiros estágios da vida de Ester, suas perdas, suas dores e angústias pareciam ser irreparáveis, mas era tempo de esperar…

Como disse a renomada escritora Elisabeth Elliot: “Esperar por Deus não é preguiça. Esperar por Deus não é abandonar o esforço. Esperar por Deus significa, primeiro, agir sob comando”.

Tudo valerá a pena quando Deus agir!