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Após promessa de ressurreição, mulher impede enterro de marido em GO

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foto reprodução internet
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Corpo do homem, que era pastor, está na funerária desde a última sexta-feira (22), data da morte, aguardando a liberação da família

Goiânia – A esposa do pastor evangélico Huber Carlos Rodrigues, impediu que o corpo do marido fosse sepultado. Ana Maria de Oliveira Rodrigues afirma que o marido deixou uma declaração, escrita em 2008, em que ele diz ter sido informado pelo Espírito Santos de que ressuscitaria três dias após a morte.

O homem morreu na última sexta-feira (22/10), vítima de complicações cardiorrespiratórias, no município de Goiatuba, a cerca de 177 km da capital goiana. Dessa forma, o prazo para a ressurreição descrito por ele termina nesta segunda-feira (25/10), às 23h30.

Conforme o documento deixado pelo pastor, ele passaria por um “mistério de Deus”.

“Minha integridade física tem que ser totalmente preservada, pois ficarei por três dias morto, sendo que no 3ª dia, eu ressuscitarei. Meu corpo durante os três dias não terá mau cheiro e nem se decomporá, pois o próprio Deus terá preparado minha carne e meu cérebro para passar por essa experiência”, diz a declaração. Apesar de não ser registrado em cartório, o documento foi assinado por duas testemunhas.

Pastor deixou declaração afirmando que ressuscitação três dias após a morteReprodução/Facebook

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Pastor deixou declaração afirmando que ressuscitação três dias após a morteReprodução/Facebook

Luz

Ainda na declaração, Huber diz que, por meio da sua ressurreição, pessoas passarão a ouvir a mensagem de Deus e a crer nela. “Eu não serei a luz, mas testificarei a luz, a luz verdadeira que veio ao mundo e ilumina todas as pessoas. O corpo do homem está na funerária e, segundo o estabelecimento, até o momento, não houve velório. O casal estava junto há 26 anos e não tiveram filhos.

Por meio de nota, a prefeitura de Goiatuba informou que a Vigilância Sanitária notificou, nesta segunda-feira, a funerária a realizar o sepultamento imediato do corpo, observando uma resolução que dispõe sobre o Controle e Fiscalização Sanitária do Translado de Restos Mortais Humanos.

Porém, ao portal G1, funerária disse, durante a tarde, que não havia sido notificada e que estava respeitando o pedido da família.

Fonte: Metrópoles