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Cresce número de mulheres em busca de consórcio de imóveis

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A participação das mulheres na pesquisa, busca e escolha de imóveis no Brasil sempre foi muito importante e presente do que os homens. Mas agora, com a crescente participação como empreendedoras e em cargos executivos e gerenciais nas companhias, elas estão ampliando o papel como pagadoras, como constata a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Esse empoderamento feminino reflete positivamente também no mercado de consórcios. Levantamento de vendas da BR Consórcios, que reúne as marcas União, Araucária, Santa Emília, Lyscar, Mapfre e Rede Lojacorr, revela que em novembro último as mulheres, especialmente as solteiras, foram responsáveis por 40% das novas cotas de imóveis. No mesmo período do ano passado, elas representavam 37% dos novos consorciados.

De acordo com José Roberto Luppi, diretor Comercial da BR Consórcios, as mulheres despertaram o interesse pelo consórcio, pois é uma modalidade que possibilita a compra do imóvel de maneira programada, sem taxas de juros e burocracia. “Resumindo, elas encontram no sistema uma ferramenta para construir o patrimônio de forma mais segura”, diz. No semestre de julho a novembro de 2021, as mulheres também foram responsáveis por 37% das novas cotas.

Segundo Luppi, as mulheres são mais detalhistas e críticas na hora de uma compra imobiliária e pesquisam mais do que os homens ao adquirir um imóvel. “As mulheres têm percepções subjetivas e emocionais, além de serem mais críticas e planejadas. E esse planejamento e organização que elas requerem são proporcionados pelo consórcio”, argumenta o executivo.

O sonho da casa própria

 A advogada Vanessa Soares Rafaine adotou o consórcio de olho na compra da casa própria. “Estou casada há três anos e coloquei, juntamente com o meu marido, a meta para ter o nosso imóvel. A única certeza era de que não o faríamos por meio de financiamento bancário em razão dos altos juros. Assim, a opção mais segura foi o consórcio”, diz.

Luppi explica que hoje o consórcio é composto de taxa de administração (custo operacional para a administrar os grupos, formação de assembleias, entrega de bens, etc), fundo de reserva (utilizado para suprir a inadimplência do grupo) e o seguro de vida (que cobre morte ou invalidez permanente do consorciado).  Trocando em miúdos, não há surpresas e nem oscilações financeiras.

“Assim que for contemplado, e isso pode ocorrer a qualquer momento, o cliente pode utilizar o recurso total desejado para a aquisição do bem, mesmo sem ainda ter pago o valor total”, destaca Luppi. Hoje, segundo ele, o consórcio de imóveis nas empresas associadas à BR Consórcios pode ser feito em até 180 meses.   

Fonte: Leiliane Lopes