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Infidelidade virtual é considerada traição para a lei? – Especialista pode esclarecer dúvidas e contribuir com informações

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A advogada e doutora em Direito Civil Adriana Caldas é autoridade no assunto e está disponível para entrevistas

O envio das famosas “nudes”, a troca de mensagens quentes e o desenvolvimento de laços afetivos através de aplicativos de conversa são alguns dos aspectos mais comuns da infidelidade virtual.

Somente em 2021, o Brasil registrou mais de 80 mil divórcios, número recorde. Os relacionamentos extraconjugais estão no topo da lista de motivos para a separação e o acesso facilitado à internet com certeza contribui para o crescimento dos casos de traição.

Além dos danos emocionais, a infidelidade virtual motiva disputas judiciais entre os casais. Este modelo de traição ainda causa muitas dúvidas, especialmente se é realmente considerada uma falta do conjugue e como a lei brasileira vê estes casos.

advogada e doutora em Direito Civil Adriana Caldas é especialista no assunto e está disponível para entrevistas. Ela pode detalhar os aspectos que definem o que é a traição virtual e também pontuar as consequências legais para quem trai.

Adriana Caldas do Rego Freitas Dabus Maluf é autora do livro “Direito das Famílias – Amor e Bioética”, publicado pela editora Almedina Brasil. Mestre e Doutora em Direito Civil pela Faculdade de Direito da USP. Membro Efetivo do Instituto dos Advogados de São Paulo (IASP). Membro Efetivo da Comissão de Bioética do Hospital do Coração de São Paulo-HCor. Diretora Adjunta da Comissão de Biodireito da Adfas. Membro do IBDfam. Professora universitária, parecerista e advogada em São Paulo.

Sobre o livro “Direito das Famílias – Amor e Bioética”

Na atualidade a família está cada vez mais plural, podendo ser monoparental, unipessoal, homoafetiva, formada nos estados intersexuais, eudemonista, unilinear, além da família formada pela união estável e pelo casamento. O ponto comum entre todas é o amor, sendo o que as une é o afeto. Ness sentido, tendo como base um cenário verdadeiro e plural, a autora enfrenta complexas questões como: o que é infidelidade virtual e quais os seus efeitos jurídicos? Quais as medidas que podem ser tomadas em caso de alienação parental? O que é poliamor e família plúrima? Como a doutrina e a jurisprudência cuidam da matéria? O que é identidade de gênero e como está se apresenta na atualidade? Esta é uma obra indispensável para os operadores do direito, psicólogos, sociólogos, antropólogos, médicos, estudantes universitários e demais interessados nesse fascinante tema.

Fonte: Assessoria