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Igreja Presbiteriana que não batizou homossexual não cometeu crime, diz nota de juristas evangélicos

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A Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE), com subscrição da Frente Parlamentar Evangélica de Sergipe (FPE/SE), preparam uma nota para esclarecer que a Igreja Presbiteriana Renovada de Aracaju não cometeu crime de homofobia ao negar o batismo para um fiel homossexual.

O caso teve repercussão nacional após o casal de membros ir chamar a polícia e ir para a imprensa acusar a igreja de cometer homofobia por não batizar o fotógrafo.

“O batismo e a admissão como membro da IPRA pressupõem a observância das regras estatutárias e do contido na Bíblia Sagrada. Esses requisitos são aprendidos pelos congregados no curso “Primeiros Passos”. O curso mencionado oportuniza àqueles que desejam batizar o aprendizado acerca de ensinamentos bíblicos e normas da instituição religiosa, IPRA”, diz a nota.

O membro que acusa a igreja passou pelo curso e foi informado pelo pastor, em uma sala privada, que não estava apto para descer às águas do batismo.

“Em que pese todo o cuidado, naquele momento, por parte da Igreja, para que a comunicação de inaptidão fosse feita sem alardes, de modo a preservar o congregado, este, a partir de então, tem divulgado amplamente em suas redes, e na imprensa, que a IPRA o constrangeu, em razão da atitude tomada. Em verdade, o constrangimento e a exposição foram sofridos pela IPRA, seus líderes e membros, frente à atitude tomada pelo congregado”, diz a nota. Sobre a questão da homofobia, os juristas entendem que não houve crime por parte da igreja, pois a organização está garantida pela liberdade religiosa. “A Igreja não praticou qualquer crime ou constrangimento, porquanto apenas agiu na estrita observância de suas normas internas e com fulcro em sua regra máxima

Redação Exibir Gospel