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Neurociência comprova papel da fé no tratamento de doenças

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Estudos indicam que práticas religiosas auxiliam no tratamento de ansiedade, depressão e ajuda a prevenir suicídios.

De acordo com um artigo científico, a fé exerce influência sobre funções neurológicas cerebrais e pode auxiliar no tratamento de doenças. No estudo chamado “A perspectiva de um teólogo e de um neurocientista em relação a fé“, liderado pelo pós doutor em neurociências, mestre em psicologia e biólogo luso-brasileiro Dr. Fabiano de Abreu Agrela , “é fato de que a fé pode exercer uma influência poderosa no comportamento humano”, afirma a pesquisa.

Por que isso é importante:

Em seu artigo o especialista afirma que na Organização Mundial da Saúde (OMS) o poder da fé é estudado desde os anos 1980 e estudos afirmam que ela influencia na saúde mental, física e biológica.

Ele também cita um estudo realizado na Suíça que analisou a influência da fé em pacientes que sofriam de esquizofrenia. Houve regulação de sentimentos e melhora no convívio social dos pacientes que exerciam práticas religiosas. Além disso, menor ocorrência de delírios e alucinações.

Outra prática muito comum é a oração, que já foi alvo de diversos estudos que apontaram influências positivas das preces no cérebro.

“A fé pode transformar […] é fato que a religião pode ser um fator preservador da vida podendo auxiliar o indivíduo a tratar uma patologia. Aqueles que seguem uma determinada religião, desenvolvem sentimentos e sensações de fé, esperança e bem-estar, quando praticados atos relacionados a sua religião”, diz o estudo.

Outra prática muito comum é a oração, que já foi alvo de diversos estudos que apontaram influências positivas das preces no cérebro. De acordo com um estudo realizado em 2012, que analisou orações muçulmanas, há um aumento do espectro Alfa no cérebro durante a prática da oração realizada na posição de prostração, ajoelhada com a cabeça tocando o chão.

“A fé pode transformar, apesar de não ouvirmos as formigas emitirem sons, não é por isso que seja irreal o fato. [..] Aqueles que seguem uma determinada religião, desenvolvem sentimentos e sensações de fé, esperança e bem-estar, quando praticados atos relacionados a sua religião.” Conclui o estudo.

Sobre o Prof. Dr. Fabiano de Abreu

Dr. Fabiano de Abreu Agrela, é um P.PhD em neurociências, mestre em psicologia, licenciado em biologia e história; também tecnólogo em antropologia com várias formações nacionais e internacionais em neurociências. É diretor do Centro de Pesquisas e Análises Heráclito (CPAH), Cientista no Hospital Universitário Martin Dockweiler, Chefe do Departamento de Ciências e Tecnologia da Logos University International, Membro ativo da Redilat – La Red de Investigadores Latino-americanos, do comitê científico da Ciência Latina, da Society for Neuroscience, maior sociedade de neurociências do mundo nos Estados Unidos e professor nas universidades; de medicina da UDABOL na Bolívia, Escuela Europea de Negócios na Espanha, FABIC do Brasil, investigador cientista na Universidad Santander de México e membro-sócio da APBE – Associação Portuguesa de Biologia Evolutiva.