O pastor André Valadão se pronunciou publicamente sobre a citação de seu nome na CPMI do INSS, em vídeo divulgado nas redes sociais nesta semana. Ele afirmou que a inclusão ocorreu por meio de um requerimento apresentado por parlamentares da esquerda e classificou o caso como perseguição política.
Segundo Valadão, o requerimento foi apresentado pelo deputado Rogério Corrêa (PT-MG). O pastor disse que já tomou medidas judiciais contra o parlamentar por declarações que considera caluniosas.
“Meu nome foi citado a partir de um requerimento infundado. Já estou abrindo processos por calúnia, difamação e acusações indevidas, inclusive envolvendo meu filho menor de idade”, afirmou.
Valadão declarou que não exerce função pastoral direta na igreja investigada no Brasil e que mora atualmente nos Estados Unidos. Ele disse que a apuração envolve um membro da igreja, e não a instituição como um todo.
“Eles pegam um membro que está sendo investigado e tentam transformar a igreja em uma instituição criminosa. Isso é difamação”, declarou.
O pastor também afirmou que há um movimento para enfraquecer lideranças cristãs no país. Segundo ele, a CPMI estaria sendo usada com esse objetivo.
“Querem acabar com a credibilidade de lideranças cristãs. Isso é perseguição religiosa, é calúnia”, disse.
No vídeo, Valadão afirmou ainda que conversou com a senadora Damares Alves sobre o tema. Segundo ele, a parlamentar teria sido induzida a generalizar acusações contra igrejas evangélicas.
“Eu disse a ela que mordeu a isca de pessoas que querem difamar e perseguir a igreja evangélica”, afirmou.
O nome de André Valadão aparece entre os citados na CPMI do INSS em requerimentos apresentados por parlamentares do PT e do PSOL. Ele foi convidado a prestar esclarecimentos e também é alvo de pedido de quebra de sigilo. As investigações seguem em andamento.
Assista:
https://www.instagram.com/p/DTyKOrhkVV3/
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