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23/05/2024

Entretenimento

China registra dia mais quente da história com 52ºC

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Ondas de calor continuam atingindo o hemisfério norte no mundo. Durante o fim de semana, a China quebrou seu recorde histórico de temperatura, batendo 52,2°C no domingo (16).

O recorde foi quebrado na cidade de Sanbao, no noroeste de Xinjiang, como informou a mídia estatal chinesa. Anteriormente, o máximo de temperatura atingida no país foi de 50,3°C em 2015, em Ayding, uma das regiões mais secas do território chinês.

Domingo (16) foi o dia mais quente da história do país asiático, passando dos 50°C

Onda de calor e o dia mais quente

O El Niño é apontado como um dos principais responsáveis pelo aumento da temperatura durante o verão no hemisfério Na índia o calor e as altas temperaturas já foram apontados como causa da morte de pessoas, Reino Unido teve o dia mais quente da história e nos EUA a onda de calor também vem fazendo estrago.

Já na Ásia, desde abril o país vem sendo atingido pelos recordes climáticos. O clima extremo alimentou preocupações sobre sua capacidade de se adaptar a um clima em rápida mudança. 

Os prolongados surtos de altas temperaturas na China desafiaram as redes elétricas e as plantações, e aumentam as preocupações com uma possível repetição da seca do ano passado, a mais severa em 60 anos. O dia mais quente da história do país reforça isso.

Consequências do Super El Niño

  • O El Niño é um fenômeno meteorológico que eleva a temperatura do Oceano Pacífico;
  • Como consequência, há recordes de temperaturas em várias partes do globo, com o mundo batendo o dia mais quente da história

Além do calor, o El Niño deve aumentar a seca ou chuvas em diferentes partes do mundo. Isso pode trazer alívio da seca no Chifre da África e outros impactos relacionados ao La Niña, mas também pode desencadear eventos climáticos e climáticos mais extremos.

“El Niño é basicamente uma mudança na força e direção dos ventos alísios que sopram do leste para o oeste no Oceano Pacífico, o que faz com que a água quente encontrada na parte ocidental do Oceano Pacífico se mova para a região central e oriental do Pacífico”, explica Ángel Adames Corraliza, professor de ciências atmosféricas da Universidade de Wisconsin, nos EUA, à BBC News.

Olhar Digital / Lucas Soares

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