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26/02/2024

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Licença especial para “pai de pets” vira moda em empresas brasileiras

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Empresas estão autorizando afastamento de funcionários “pai de pets”, uma prática cada vez mais comum que ganhou o nome de “licença peternidade”.

O objetivo é permitir que os cuidadores de cães e gatos possam passar mais tempo com os bichos que foram recém adotados.

A primeira empresa que se tem notícia que adotou esse tipo de licença foi a Petz, em 2021, e logo outras companhias passaram a realizar ações parecidas para incentivar seus funcionários a adotarem animais de estimação.

No mesmo ano a Vivo passou a aceitar que “pais de pets” tivessem dias de licença para poder cuidar dos seus animais.

Como não há leis trabalhistas que garantam esse tipo de licença, as empresas têm liberdade para criar benefícios extras aos seus colaboradores.

Problema

A questão em torno do tema “pai de pet” está na questão moral de um mundo onde a maternidade é cada vez mais rejeitada e a adoração por animais é aceita e normalizada.

A página “Salvamos Vida”, uma associação pró-vida e contra o aborto, fez uma crítica pontual sobre o assunto citando uma frase muito conhecida de G.K. Chesterton:“Onde quer que haja adoração a animais, ali haverá sacrifício humano”.

Qual é perspectiva da “peternidade” de acordo com a Bíblia? A youtuber Marcela Takehara, cristã protestante e dona de um canal sobre leitura confessional, explicou que a questão está na criação divina.

“Sagrada Escritura, o Homem possui um Valor intrínseco, ou seja, um Valor que é inerente ao ser humano e que independe de qualquer utilidade. Esse Valor existe por um motivo: à IMAGEM DE DEUS o criou; homem e mulher os criou. (Gn 1:27)”, escreveu ela em uma postam sobre o assunto.

“Ao compreendermos que o Valor da vida humana está atrelado a Deus, fica mais fácil entendermos o porquê algumas coisas, culturalmente aceitas em nosso tempo, são abominações ao Senhor e esse é o caso das intituladas ‘mãe de pet'”, completou.

Marcela chega a dizer que se considerar “mãe ou pai de pet” é um pecado por “nivelar o valor dos animais aos dos homens”.

“Quando uma mulher diz que é “mãe de pet” provavelmente tem as melhores intenções, talvez até acredite estar honrando a Deus com seu amor aos animais, mas deixo o alerta: Estamos em estado de queda e até a nossa noção de amor foi corrompida. Deus não aceita tudo que chamamos de amor e um exemplo claro disso é o que conhecemos hoje como ‘amor livre’ ou ‘poliamor’. Há espaço na vida do crente para amar os animais e a natureza de modo geral, mas cada coisa em sua esfera, sem subverter a criação”.

Leia na íntegra clicando aqui.