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22/07/2024

Entretenimento

Ortega estabelece “perseguição religiosa” como política de Estado, diz oposição

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Uma denúncia feita pela Unidade Nacional Azul e Branca, que faz oposição ao regime do ditador Daniel Ortega, diz que o governo da Nicarágua adotou a perseguição religiosa como política de Estado.

A acusação se dá após o governo abrir uma investigação contra a Igreja Católica da Nicarágua, acusando-a de fazer parte de uma rede de lavagem de dinheiro.

“A ditadura de Ortega estabeleceu a perseguição religiosa como uma política de Estado, especialmente contra a Igreja Católica”, observou a Unidade Nacional por meio de uma declaração que foi lida por Héctor Mairena, membro da oposição que está exilado.

O grupo cita a prisão do bispo Rolando Álvarez, condenado a mais de 26 anos de prisão em condições subumanas por não aceitar deixar o país. Além dele, outros três padres estão presos sob investigação de lavagem de dinheiro e traição.

A ditadura expulsou dezenas de padres e freiras do país, confiscou órgãos de imprensa e organizações ligadas à Igreja Católica, liquidou e confiscou escolas paroquiais e ordens religiosas”, continua o documento compartilhado em partes pela Agência EFE.

Desde 2018, a oposição já contou mais de 500 agressões feitas pelo governo de Ortega contra a Igreja Católica. O mais recente foi o congelamento das contas bancárias das nove dioceses e de suas respectivas paróquias.

Exibir Gospel / Leiliane Lopes