A Open Society Foundations, rede internacional do bilionário George Soros, destinou em 2024 cerca de R$ 808 mil para a produção do documentário “Apocalipse nos Trópicos”. O apoio foi dado por meio do Instituto Peri, ligado à produtora Peri Productions, e usado na etapa final do projeto e em sua distribuição.
O filme, dirigido por Petra Costa, estreou em festivais internacionais e passou a integrar o catálogo da Netflix em 14 de julho de 2025. A produção aborda a influência de líderes evangélicos na política brasileira, relacionando esse movimento à eleição de Jair Bolsonaro em 2018 e às manifestações de 8 de janeiro de 2023.
Entre os personagens citados está o pastor Silas Malafaia, apresentado como figura central na articulação entre igrejas e política. O longa também inclui imagens de cultos, discursos de pastores e atos públicos com símbolos religiosos.
A narrativa sugere que a fé teria sido usada como ferramenta de manipulação durante a pandemia e nas eleições de 2022. Críticos apontam que o documentário reforça estereótipos e retrata os evangélicos como ameaça à democracia.
Além da Open Society, outras organizações culturais apoiaram o projeto. O Instituto Peri, criado em 2024 no Rio de Janeiro, afirma atuar com obras que “movem grandes públicos” e tratam de temas que moldam “crenças e valores sociais”. As informações são da Gazeta do Povo.
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