Nos anos 1980, a CIA utilizou técnicas de “visão remota” para tentar localizar a Arca da Aliança, um dos artefatos religiosos mais enigmáticos da história. Os documentos sobre essa operação foram desclassificados em 2000, mas voltaram a ganhar repercussão após uma reportagem do tabloide britânico Daily Mail.
A visão remota era uma técnica que buscava descrever locais ou objetos ocultos usando processos mentais não explicados. No caso da Arca, um dos participantes da experiência relatou que o artefato estaria escondido em algum ponto do Oriente Médio, em um local subterrâneo, escuro e úmido. Além disso, mencionou que ele estaria protegido por uma força desconhecida.
O experimento fazia parte do “Projeto Sun Streak”, um programa da CIA que investigava formas alternativas de coleta de informações. A ideia era testar se a visão remota poderia ser usada para fins militares ou de inteligência. No entanto, não há registros de que a técnica tenha levado a alguma descoberta concreta.
O tema voltou a chamar atenção nas redes sociais nesta quinta-feira, enquanto debates políticos ocorrem sobre vazamentos de informações militares dos EUA. A discussão surgiu depois que planos militares sobre o Iêmen foram acidentalmente compartilhados em um grupo no aplicativo Signal e chegaram a um jornalista.
A Arca da Aliança tem grande importância religiosa e histórica no judaísmo. Segundo a tradição, ela guardava as tábuas dos Dez Mandamentos e acompanhava os israelitas durante suas batalhas. Sua localização é um mistério há séculos, com diversas teorias sugerindo que ela pode estar escondida em templos antigos, cavernas ou até na Etiópia.
Recentemente, uma réplica da Arca foi construída com base nas especificações descritas na Torá. Em 2023, ela foi exposta em locais históricos de Israel e, no início de 2024, foi levada à residência de Donald Trump, em Mar-a-Lago, na Flórida.
A presença do artefato na casa do ex-presidente gerou discussões. Trump, que tem uma postura fortemente pró-Israel no conflito com o Hamas, não comentou a exibição da réplica. Enquanto isso, manifestações pró-Palestina continuam nos EUA, criticando as consequências humanitárias do conflito em Gaza.
Redação Exibir Gospel