O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (7) a soltura da cantora gospel Fernanda Ôliver. A decisão é sigilosa e foi tomada após pedido da defesa da artista, que estava presa por suspeita de envolvimento nos atos de 8 de janeiro, em Brasília.
Mesmo liberada, a cantora terá que cumprir medidas impostas pela Justiça. Entre elas estão o uso de tornozeleira eletrônica, cancelamento de passaportes e a proibição de usar redes sociais.
O pedido de soltura foi apresentado pela defesa da cantora, conduzida pelo advogado Demóstenes Torres.
Fernanda foi presa em 17 de agosto de 2023, em Goiânia, durante a 14ª fase da Operação Lesa Pátria. A investigação busca identificar pessoas que incentivaram ou participaram da invasão e depredação das sedes dos Três Poderes.
Segundo as investigações, a cantora é suspeita de organizar e divulgar a chamada “Festa da Selma”, nome usado para convocar caravanas que viajaram para a capital federal no início do ano.
A artista também fez uma transmissão ao vivo durante os atos de 8 de janeiro, mostrando a passeata na Esplanada dos Ministérios e a invasão ao Congresso Nacional.
Natural de Araguaçu, no Tocantins, Fernanda estava presa em Goiânia, cidade onde mora.
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