Um casal de pastores foi atacado dentro de casa em Sydney, na Austrália, na noite de 3 de setembro. Segundo relatos da família, quatro homens, dois deles encapuzados, cortaram a energia elétrica do imóvel e tentaram invadir a residência.
As vítimas, Andrew e Noleen Sedra, lideram uma congregação cristã na cidade. De acordo com o portal The Christian Post, os agressores seriam ativistas ligados a movimentos LGBT de esquerda.
Nas redes sociais, a igreja da família publicou que os invasores gritaram ameaças de morte contra o casal. Frases como “vou te matar” e “sei onde você mora” teriam sido usadas durante o ataque.
Dois parentes próximos dos pastores também foram atingidos pela ação. Andrew Sedra afirmou, em vídeo publicado no X, que os agressores sabiam o nome de todos os moradores da casa, incluindo um bebê recém-nascido.
Segundo o pastor, a criança foi mencionada várias vezes pelos invasores durante as ameaças. A família aguarda orientações da polícia australiana, mas já pediu ajuda para se mudar, pois considera o local inseguro.
Antes do episódio, o endereço da família havia sido divulgado na internet. Os Sedras são conhecidos por se posicionar publicamente contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo e o aborto.
O casal também já criticou publicamente a influência do Islã, do feminismo e do que chamam de “wokeismo” nos países ocidentais. Em nota, afirmaram que vão continuar pregando o cristianismo mesmo após o ataque.
Um segundo caso de hostilidade contra cristãos ocorreu na sexta-feira seguinte, em frente à Prefeitura de Nova York. Uma artista trans rasgou páginas de uma Bíblia durante um ato público.
O protesto aconteceu no mesmo dia em que a cidade lembrava os 25 anos dos atentados de 11 de setembro. A artista leu trechos do Livro de Miquéias enquanto arrancava as páginas.
Vídeos do momento circularam nas redes sociais e mostram a mulher vestida com lingerie e chifres de diabo, segurando um crucifixo. Em determinado momento, ela reclama do peso da Bíblia antes de continuar arrancando as folhas.
Policiais que acompanhavam o protesto não intervieram durante a ação. O caso gerou reações divididas na internet, entre críticas ao gesto e quem minimizou o episódio como uma provocação sem maior gravidade.
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