O pastor britânico Steve Maile foi preso enquanto pregava nas ruas de Watford, na Inglaterra. O caso aconteceu durante uma abordagem policial e provocou debates sobre liberdade de expressão e pregação pública no Reino Unido.
Segundo relatos, Maile falava sobre o cristianismo e fazia comentários sobre aspectos históricos e sociais do islamismo quando foi detido por policiais de Hertfordshire.
As autoridades afirmaram que o pastor foi preso por suspeita de abuso infantil e conduta desordeira agravada por motivos raciais ou religiosos. O líder cristão negou as acusações e disse que tudo era falso.
“Tenho 66 anos, sou avô e nunca agredi ninguém”, declarou o pastor. Ele contou ainda que ficou detido por 12 horas antes de ser liberado sob fiança enquanto aguarda apoio jurídico.
A prisão repercutiu nas redes sociais e entre grupos cristãos, que classificaram o episódio como um ataque à liberdade religiosa e ao direito de anunciar o Evangelho em espaços públicos. Vídeos e mensagens de apoio ao pastor circularam amplamente na internet.
Maile afirmou que sua pregação não tinha relação com discurso de ódio. “A Bíblia diz que é preciso nascer de novo. E Deus oferece essa graça por meio de Jesus Cristo a toda a humanidade. É isso que eu prego; isso não é ódio, é amor, é compaixão, porque é ter compaixão pelos muçulmanos.”
O caso também levantou discussões sobre os limites entre liberdade religiosa e declarações consideradas ofensivas a outras crenças. Enquanto apoiadores defendem o direito do pastor de expressar sua fé, críticos questionam o tom usado em suas falas sobre o islã.
Mesmo após a prisão, o pastor disse que continuará pregando. “Se eu acabar na cadeia, eles ficarão felizes em me libertar, porque continuarei pregando a mensagem de Jesus Cristo, seu amor, sua misericórdia e seu poder reconciliador sem cessar. O que você acha?”
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