Uma denúncia de suposta perturbação do sossego envolvendo a Igreja Ministério Fonte de Água Viva, no bairro Carlos Santos, em São José do Norte (RS), mobilizou a Brigada Militar na noite de domingo (5). Os policiais foram ao local, registraram um boletim de ocorrência e, até o momento, não há informação sobre aplicação de sanções.
O caso ganhou repercussão nas redes sociais após uma integrante da igreja publicar um vídeo em defesa da congregação. A manifestação aumentou o debate entre moradores da cidade sobre a realização dos cultos e o direito ao descanso da vizinhança.
Segundo a denúncia, o culto estava sendo realizado com som em volume elevado e teria ultrapassado o horário previsto pela legislação relacionada à perturbação do sossego. A ocorrência foi atendida pela Brigada Militar, que seguiu os procedimentos previstos para esse tipo de situação.
Nas redes sociais, também circulou uma publicação com críticas à atuação da polícia. A mensagem diz: “Polícia ARMADA invade Igreja e interrompe o culto ao Senhor que estava sendo realizado por um Pastor de 70 anos de idade, após denúncia de vizinha. Isso é inaceitável! A constituição federal protege o local de culto e garante que ele eé inviolável. Onde estão os deputados do Rio Grande do Sul que defendem a Igreja???”
O episódio reacendeu a discussão sobre o equilíbrio entre a liberdade de culto, garantida pela Constituição Federal, e o direito ao sossego da coletividade. Enquanto o caso continua repercutindo, moradores seguem divididos entre o apoio à igreja e a defesa do cumprimento das normas sobre ruído.
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